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Morte de sargento desencadeia operação policial e confrontos em MG; sete já morreram

Ação teve início após a morte do sargento Rodrigo Silva Pereira, de 40 anos, que atuava no setor de inteligência da Polícia Militar

Minas Gerais|Maria Luiza Reis, do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A cidade de Campo Belo enfrenta grande mobilização policial após o assassinato do sargento da PM, Rodrigo Silva Pereira, em março.
  • A operação "Sargento Rodrigo" já resultou em 14 prisões e a morte de sete suspeitos em confrontos com a polícia.
  • Militares de várias unidades estão envolvidos na operação para desarticular grupos criminosos responsáveis pelo homicídio e tráfico de drogas.
  • A operação policial continuará indefinidamente para garantir a segurança da população e combater a criminalidade na região.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Rodrigo foi assassinado a tiros na noite do dia 4 de março, quando chegava em casa de carro Reprodução/RECORD Minas

A cidade de Campo Belo, a 226 km de Belo Horizonte, vive uma grande mobilização policial desde o início de Desde o início da ‘Operação Sargento Rodrigo’, realizada para localizar os responsáveis pelo crime e combater organizações criminosas na região, 14 pessoas já foram presas e sete suspeitos morreram em confrontos com a polícia, segundo a própria PM.

A ação reúne militares de diferentes unidades, incluindo equipes da capital, como o Grupo Tático Rodoviário (GTR) e o Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam). O objetivo é desarticular grupos criminosos envolvidos no homicídio do policial e na atuação do tráfico de drogas na cidade.

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Como a operação começou

A operação teve início após a morte do sargento Rodrigo Silva Pereira, de 40 anos, que atuava no setor de inteligência da Polícia Militar em Campo Belo. Ele foi assassinado a tiros na noite do dia 4 de março, quando chegava em casa de carro, no bairro Vila Brasil Vilela.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que dois homens em uma motocicleta se aproximam do veículo e efetuam vários disparos. O sargento estava acompanhado do filho no carro no momento do ataque. A criança ficou ferida sem gravidade. Testemunhas ainda tentaram socorrer o policial, mas ele morreu antes da chegada do atendimento médico.

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Logo após o crime, a Polícia Militar iniciou uma grande operação para localizar os suspeitos. Ainda durante a madrugada seguinte ao assassinato, houve confrontos com policiais e dois suspeitos foram baleados e morreram. Outros envolvidos foram presos e armas foram apreendidas.

Segundo a PM, os suspeitos fazem parte de uma organização criminosa que atuava na cidade e teriam decidido matar o sargento porque ele estaria atrapalhando as atividades do grupo.

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Novos confrontos

As ações policiais continuaram nos dias seguintes. Neste domingo (15), mais três suspeitos morreram após um confronto com militares do Grupo Tático Rodoviário.

De acordo com a Polícia Militar, as equipes receberam uma denúncia de que integrantes de quadrilhas rivais planejavam um confronto armado em um beco da cidade.

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Durante a incursão no local, os suspeitos teriam atirado contra os policiais, que reagiram. Três homens, com idades entre 18 e 33 anos, foram baleados. Eles chegaram a ser socorridos pelos próprios militares e levados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Campo Belo, mas não resistiram aos ferimentos.

Segundo a PM, os três tinham passagens por diversos crimes, e um deles estava foragido da Justiça.

Apreensões e prisões

Durante as operações realizadas desde o início da ofensiva policial, foram apreendidas diversas armas e drogas. Entre os materiais recolhidos estão pistolas, revólveres, munições e até um fuzil calibre 5.56.

Também foram encontradas drogas enterradas em um lote, além de dinheiro e munições durante outras ações policiais.

Até agora, o balanço da Polícia Militar aponta:

  • 14 pessoas presas, entre flagrantes e cumprimento de mandados
  • 7 suspeitos mortos em confrontos com a polícia
  • Diversas armas apreendidas, incluindo um fuzil
  • Grande quantidade de drogas recolhida

Operação sem prazo para terminar

Segundo a Polícia Militar, a operação continuará na cidade por tempo indeterminado. O objetivo é localizar todos os envolvidos no assassinato do sargento e enfraquecer a atuação de organizações criminosas em Campo Belo.

Segundo os militares, a presença policial reforçada busca garantir a segurança da população e impedir disputas de território entre grupos criminosos.

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