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Justiça concede liberdade à mulher que confessou matar guarda municipal na Grande BH  

Magistrada destacou que a mulher é ré primária, não tem antecedentes criminais e não apresenta perigo para a sociedade

Minas Gerais|Do R7, com Virgínia Nalon, da Record TV Minas

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Mulher ligou para PM e confessou o crime
Mulher ligou para PM e confessou o crime

A Justiça decidiu soltar a mulher, nesta terça-feira (31), que matou um guarda municipal, no último fim de semana, em Mateus Leme, na região metropolitana em Belo Horizonte. Na decisão, a magistrada destacou que a mulher é ré primária, não tem antecedentes criminais e não apresenta perigo para a sociedade.

O documento foi assassinado pela juiza Karina Tanure da 1ª Vara Cível, Criminal e da Infância e da Juventude da Comarca de Mateus Leme. O documento também aponta que Raquel Rosa de Almeida, de 26 anos, colaborou com a Justiça desde o momento em que cometeu o crime, ligando para Polícia Militar e confessando assassinato, além de ter permanecido no local até a chegada dos policiais. 


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A mulher foi solta no mesmo dia em que o namorado foi enterrado em Belo Horizonte. Segundo a polícia, o guarda Luis Antonio Faria Leonel, de 35 anos, foi agredido com pedradas na cabeça e morto com uma facada no peito.


O casal estava junto há sete anos. Em depoimento, Almeida contou que a briga começou depois que ela viu mensagens do irmão do guarda perguntando se ele tinha se relacionado com outra pessoa. Quando a situação parecia ter sido controlada, Leonel recebeu uma ligação de uma mulher, foi quando ela pegou uma faca e deu um golpe no peito do companheiro, que morreu na hora.

A suspeita não fugiu, ligou para a PM e avisou que tinha matado o marido. Raquel foi presa em flagrante e levada para a delegacia. Ela vai responder o processo em liberdade e terá que cumprir algumas exigências da justiça, como comparecer a todos os atos do processo e sempre informar ao juízo mudanças de endereço na cidade onde reside ou solicitar autorização para outra. Ela também está proibida de sair da capital mineira.

O comando da Guarda Municipal de Belo Horizonte publicou uma nota e informou que a vítima estava na corporação há sete meses.

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