Logo R7.com
RecordPlus

Justiça concede medida protetiva a influenciadora agredida pelo namorado em BH

Decisão proíbe aproximação e qualquer tipo de contato do agressor com a vítima, sob risco de prisão

Minas Gerais|Maria Luiza Reis, do R7

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A influenciadora Pollyana Pilar Moraes Moreira recebeu medidas protetivas após ser agredida pelo namorado em Belo Horizonte.
  • A decisão, tomada pela Justiça de Minas Gerais, proíbe o agressor de se aproximar a menos de 200 metros e de manter qualquer contato com a vítima.
  • A juíza ressaltou a importância do testemunho da vítima em casos de violência doméstica, devido à natureza privada das agressões.
  • O caso está sendo investigado pela polícia, após relatos de agressões físicas, psicológicas e ameaças à vida da influenciadora.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Na decisão, a juíza destacou que há indícios suficientes da prática de violência doméstica Reprodução/Redes Sociais

A Justiça de Minas Gerais concedeu medidas protetivas de urgência a influenciadora e empresária Pollyana Pilar Moraes Moreira, vítima de violência doméstica em Belo Horizonte. A decisão publicada neste domingo(4), com base na Lei Maria da Penha, após a vítima relatar agressões físicas, psicológicas e ameaças feitas pelo então namorado.

Segundo o processo, a mulher manteve um relacionamento de cerca de cinco meses com o agressor. Embora não morassem juntos, ambos residem no mesmo prédio, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, em andares diferentes. A vítima relatou que o homem apresentava comportamento controlador, agressivo e ciumento, monitorando mensagens, redes sociais, localização em tempo real e até acessando dados pessoais, como senhas bancárias.


Na decisão, a juíza destacou que há indícios suficientes da prática de violência doméstica, reforçando que, nesses casos, a palavra da vítima tem especial relevância, uma vez que as agressões geralmente ocorrem em ambiente privado. Com base nisso, foram determinadas medidas protetivas imediatas.

O agressor está proibido de se aproximar da vítima a menos de 200 metros e de manter qualquer tipo de contato, inclusive por telefone, mensagens ou redes sociais, salvo por intermédio de advogado ou defensor. A Justiça alertou que o descumprimento das medidas configura crime e pode resultar em prisão preventiva ou monitoramento eletrônico.


A vítima foi orientada a manter seus dados atualizados junto ao Judiciário e informada sobre o atendimento da Defensoria Pública Especializada na Defesa dos Direitos das Mulheres em Situação de Violência. O Ministério Público também foi comunicado da decisão.

Agressão

Segundo o relato, no dia 1º de janeiro de 2026, após retornarem de uma festa, o agressor passou a agir de forma violenta dentro do apartamento da vítima. Ele teria tentado manter relação sexual sem consentimento, mesmo após a mulher afirmar sentir dor. Ainda conforme o boletim de ocorrência, o homem segurou a vítima pelo braço, a jogou contra móveis, rasgou o vestido que ela usava, deu chutes e provocou lesões nos braços, punhos, pernas e região lombar.


A mulher também afirmou que foi ameaçada de morte, assim como seus familiares. Ao tentar fugir, ela foi impedida pelo agressor, conseguindo se proteger parcialmente com ajuda do porteiro do prédio. A Polícia Militar foi acionada, e a vítima recebeu atendimento médico no Hospital Vila da Serra.

O caso segue sob investigação.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.