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Polícia conclui perícia no celular de escrivã morta em MG, diz família

Advogados calculam que inquérito que apura eventual assédio no trabalho deve ser concluído na próxima semana

Minas Gerais|Gabrielle Assis, da Record TV Minas

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Família divulgou áudios que indicam assédio à escrivã
Família divulgou áudios que indicam assédio à escrivã

A perícia no telefone celular da escrivã morta em Carandaí, a 136 km de Belo Horizonte, em junho deste ano, foi concluída, informaram os advogados da família de Rafaela Drumond, nesta quarta-feira (6).

Segundo o advogado da família da servidora pública, o inquérito que apura o suposto caso de assédio a Rafaela no ambiente de trabalho deve ser finalizado na próxima semana.


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A Polícia Civil confirmou que as investigações sobre as circunstâncias da morte da escrivã estão em fase de conclusão. Em nota, a corporação informou que "foram realizadas várias diligências no curso das investigações, destacando-se oitivas de testemunhas, extração e análise dos dados do aparelho telefônico da escrivã Rafaela e elaboração de laudos periciais".

Porém, devido ao sigilo decretado nos autos, a Polícia Civil afirmou que não é possível a divulgação de informações mais detalhadas no momento. A defesa da família de Rafaela disse que está aguardando a conclusão do inquérito para alinhar os próximos passos.

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Segundo os parentes, Rafaela Drumond, de 32 anos, tirou a própria vida em casa, no dia 9 de junho deste ano. Após a morte, a família divulgou mensagens em que Rafaela relatava estar sobrecarregada e ter sofrido assédio de superiores na polícia. Rafaela chegou a gravar uma série de áudios em que relatava os assédios no ambiente de trabalho.

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