Polícia conclui que corretora morta por síndico foi vítima de emboscada planejada
Imagens extraídas do celular da vítima foram fundamentais para esclarecer a dinâmica do crime, que durou oito minutos
Minas Gerais|Maria Luiza Reis, do R7 e Paulo Carneiro, da RECORD Goiás
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Polícia Civil concluiu que a morte da corretora Daiane Alves foi resultado de uma emboscada planejada. Imagens extraídas do celular da vítima, que foi encontrado dentro de uma caixa de esgoto e posteriormente restaurado pela polícia, foram fundamentais para esclarecer a dinâmica do crime. Os vídeos e a análise técnica dos dados ajudaram a reconstruir os últimos passos de Daiane.
Segundo a apuração, o principal investigado, o síndico Cléber Rosa de Oliveira, teria agido com frieza e planejamento. Ele estava encapuzado, com o rosto coberto e utilizava luvas nas duas mãos. O carro já estava previamente posicionado, com a capota aberta, o que reforça a tese de premeditação.
A investigação aponta que ele utilizou o portão lateral para acessar a garagem do prédio, onde Daiane estava. No local, ela teria sido atacada por trás. A primeira versão apresentada pelo suspeito era de que a arma teria disparado acidentalmente, hipótese descartada pela polícia. Para os investigadores, houve execução.
Daiane foi rendida, retirada do prédio e levada para uma área de mata. Lá, foi atingida por dois disparos na cabeça. A perícia apontou que os tiros não foram efetuados dentro da garagem, o que explica o fato de ninguém no prédio ter ouvido disparos.
O curto intervalo de tempo da ação chegou a levantar a suspeita de possível participação de uma terceira pessoa. No entanto, até o momento, a conclusão formal da investigação aponta responsabilidade direta do principal investigado, destacando que o crime foi planejado e executado com frieza.
A participação do filho da vítima foi descartada. Segundo a polícia, não há elementos que indiquem envolvimento dele no crime. Diante da ausência de provas que o vinculem à emboscada, ele deve ser liberado.
A Polícia Civil reforça que a apuração foi conduzida de forma técnica, com base em provas como imagens de segurança, extração de dados do celular e análise detalhada da dinâmica do crime. O principal investigado segue apontado como responsável pela execução premeditada, conforme conclusão da força-tarefa.
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