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Prefeito de BH propõe auxílio emergencial de até R$ 200 mensais

Benefício terá duas modalidades: uma com o pagamento de seis parcelas e outra paga enquanto as aulas estiverem suspensas

Minas Gerais|Pablo Nascimento e Célio Ribeiro*, do R7, com Vanda Sampaio, da Record TV Minas

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Kalil convidou todos os vereadores para a reunião
Kalil convidou todos os vereadores para a reunião

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), propôs, nesta quinta-feira (15), a criação de um auxílio emergencial para os moradores afetados pela pandemia da covid-19. O valor mensal pode chegar a R$ 200 .

Segundo o projeto, coordenado pela Secretaria de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania, o “Auxílio Belo Horizonte” terá duas modalidades. A primeira, com o pagamento de seis parcelas de R$ 100, será destinada às famílias em situação de pobreza previamente cadastradas no CadÚnico até 30 de junho e que tenham renda per capita de até meio salário mínimo.

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Também serão beneficiadas as famílias que, mesmo sem estarem cadastradas no CadÚnico, tenham um de seus integrantes sido atendidos por políticas públicas municipais, como catadores de material reciclável, ambulantes, povos e comunidades tradicionais, mulheres com medidas protetivas e outros.

A segunda modalidade do “Auxílio Belo Horizonte” será um subsídio mensal de R$ 100 reais destinado às famílias com estudantes matriculados na rede pública municipal de ensino. O valor será pago mensalmente até a regularização da alimentação escolar nas unidades de ensino. Famílias de crianças matriculadas em creches parceiras, escolas filantrópicas e de estudantes do EJA (Ensino de Jovens e Adultos) também serão beneficiadas.

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De acordo com a prefeitura, caso pessoas elegíveis para a primeira modalidade do “Auxílio Belo Horizonte” tenham dependentes que sejam estudantes na rede municipal, o valor dos benefícios poderá ser acumulado, chegando ao pagamento mensal de R$ 200.

No total, 300 mil famílias devem ser beneficiadas e o investimento feito pela prefeitura pode chegar a R$ 160 milhões. O valor a ser usado na primeira modalidade do auxílio virá de recursos do tesouro municipal e ainda não está em caixa. A prefeitura poderá solicitar abertura de crédito para o pagamento. Já a segunda modalidade será paga com recursos do Fundo Municipal de Alimentação Escolar.

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Para começar a ser pago, o projeto do “Auxílio Belo Horizonte” precisa ser aprovado pelos vereadores da Câmara Municipal. A proposta será apresentada aos membros da casa na próxima semana.

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No início deste ano, um grupo de vereadores enviou proposta similar à Casa Legislativa para a criação de um auxílio de R$ 600, mas a iniciativa ainda não foi apreciada.

*​Estagiário do R7 sob a supervisão de Flavia Martins y Miguel.

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