Minas Gerais Prefeitura pode reabrir comércio em BH a partir da semana que vem

Prefeitura pode reabrir comércio em BH a partir da semana que vem

Prefeito Alexandre Kalil (PSD) se reuniu com comeciantes nesta quarta e teria sinalizado para reabertura gradual a partir de quinta (28)

  • Minas Gerais | Lucas Pavanelli, do R7, com Camila Cambraia, da RecordTV Minas

Empresários e lojistas protestaram contra a restrição ao funcionamento do comércio

Empresários e lojistas protestaram contra a restrição ao funcionamento do comércio

Mayara Folco / Record TV Minas

A Prefeitura de Belo Horizonte pode anunciar, na próxima semana, uma reabertura gradual do comércio na capital mineira. Empresários, comerciantes e lojistas se reuniram com o prefeito Alexandre Kalil (PSD) na tarde desta quarta-feira (20) para discutir a possibilidade de um recuo no decreto que determinou o fechamento do comércio na cidade como forma de tentar conter a disseminação do coronavírus. Uma nova reunião foi marcada para a próxima semana, quando a prefeitura deve se posicionar sobre o assunto. 

Empresários que compareceram à reunião deixaram a sede do Executivo municipal, no centro de Belo Horizonte, animados. Eles levaram propostas para uma reabertura do comércio com segurança e deixaram o local com a possibilidade de que a decisão possa sair na próxima quinta-feira (28). 

Uma decisão da Justiça fixou para 29 de janeiro a data para a reabertura do comércio. A prefeitura recorreu. Vale lembrar que, quando anunciou a decisão de um novo fechamento do comércio, em 8 de janeiro, o prefeito Alexandre Kalil deu prazo inicial de três semanas para duração das medidas de restrição. 

Em um primeiro momento, a abertura seria gradual, com três dias fechados e quatro abertos. A medida contemplaria, por exemplo, bares, restaurantes e lojas devem abrir simultaneamente. 

Além da reabertura do comércio, os empresários pediram à Prefeitura de BH a isenção do pagamento de IPTU neste ano, que já foi prorrogado para até 30 dezembro. O impacto da medida nos cofres municipais seria de cerca de R$ 150 milhões. 

Os empresários calculam que 2 mil empresas dos setores de bares, restaurantes e hotelaria fecharam as portas na capital durante a pandemia e que 17 mil pessoas perderam seus empregos. 

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