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Roscoe reconhece vitória de Cleitinho, critica pesquisas e diz que está disposto a contribuir

Candidato do PL afirmou que agora vai trabalhar pela eleição de Flávio Bolsonaro no segundo turno presidencial

Minas Gerais|Cler Santos, do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Roscoe reconheceu a vitória de Cleitinho Azevedo na disputa pelo Governo de Minas Gerais e criticou as pesquisas eleitorais.
  • Roscoe atribuiu a concentração de votos em Cleitinho ao "voto útil" e à narrativa de vitória no primeiro turno.
  • Ele afirmou que as pesquisas não refletiram seu real desempenho, que já indicava terceira posição.
  • Roscoe está disposto a colaborar com Cleitinho e trabalhar pela eleição de Flávio Bolsonaro à presidência.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Roscoe disse que está disposto a trabalhar para contribuir com o governo de Cleitinho
Roscoe disse que está disposto a trabalhar para contribuir com o governo de Cleitinho Reprodução/RECORD Minas

Flávio Roscoe (PL) reconheceu a vitória de Cleitinho Azevedo (Republicanos) na disputa pelo Governo de Minas Gerais e afirmou que está disposto a contribuir com o governador eleito. Após o resultado das urnas, Roscoe também criticou as pesquisas eleitorais e atribuiu parte da concentração de votos em Cleitinho ao chamado “voto útil” na reta final da campanha.

“O fato concreto é que o resultado está consolidado. O senador Cleitinho está de parabéns com a vitória. Acredito que vai ter um grande desafio pela frente”, afirmou.

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Roscoe disse que uma narrativa favorável à definição da eleição estadual ainda no primeiro turno teria provocado uma “desidratação” das demais candidaturas. Segundo ele, parte dos eleitores teria migrado para Cleitinho diante da avaliação de que uma vitória no primeiro turno evitaria um palanque para a esquerda em uma eventual segunda rodada.

“A narrativa foi criada, funcionou, desidratou as outras candidaturas, não somente de direita, mas de esquerda também”, declarou.

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Críticas às pesquisas

Terceiro colocado na disputa, Roscoe afirmou que o desempenho obtido nas urnas não foi captado pelas pesquisas divulgadas durante a campanha. Segundo o candidato, levantamentos internos já indicavam que ele aparecia na terceira posição, com índices de 15% a 16%.

“Falamos o tempo todo que a gente estava em terceiro lugar, nenhuma pesquisa apontava isso”, disse.

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Roscoe argumentou que levantamentos eleitorais podem influenciar a decisão de eleitores que optam pelo chamado voto útil e defendeu uma revisão sobre o papel das pesquisas no processo eleitoral.

“O eleitor direciona ali, às vezes, para fazer um voto útil. E, se a pesquisa não está espelhando a realidade, se ela retém um determinado candidato, no nosso caso eu posso dizer: nós não contratamos pesquisa durante o processo e o caso concreto é que nenhuma pesquisa nunca colocou a gente onde a gente realmente está”, afirmou.

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Apoios e futuro político

Roscoe também falou sobre dificuldades enfrentadas dentro do próprio PL e afirmou que alguns correligionários não apoiaram sua candidatura. Por outro lado, agradeceu o apoio recebido de lideranças do partido durante a campanha.

Ao ser questionado sobre o futuro na política, afirmou que pretende, inicialmente, retomar as atividades à frente de entidade de classe, após o período de afastamento eleitoral, e avaliar os próximos passos até dezembro.

Roscoe disse que não recebeu convite para integrar um eventual governo de Flávio Bolsonaro, mas afirmou que estaria disposto a colaborar caso o projeto vença a eleição presidencial.

“Agora o nosso papel é eleger Flávio Bolsonaro presidente do Brasil. Vamos trabalhar e fazer tudo para que isso ocorra”, declarou.

Roscoe se coloca à disposição de Cleitinho

Apesar das divergências durante a disputa, Roscoe afirmou que também está disposto a ajudar Cleitinho e descartou, neste momento, a intenção de ocupar um cargo no próximo governo estadual.

“Aqui, para o senador Cleitinho, tudo que ele precisar, eu, enquanto membro da sociedade, vou fazer para que dê certo. Eu quero que Minas Gerais dê certo”, afirmou.

Segundo Roscoe, o governador eleito poderá procurá-lo para discutir propostas e receber informações e opiniões sobre a administração estadual.

“Ele pode contar comigo, com a torcida para que dê certo, com contribuições para que efetivamente Minas Gerais saia da dificuldade que existe”, disse.

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