Minas Gerais Suspeito de estupro morre após ser amarrado em poste e queimado

Suspeito de estupro morre após ser amarrado em poste e queimado

Corpo do morador de rua foi encontrado próximo a um viaduto, na região Noroeste de Belo Horizonte; polícia investiga o caso

  • Minas Gerais | Pablo Nascimento e Célio Ribeiro*, do R7

Corpo estava amarrado em um poste

Corpo estava amarrado em um poste

Reprodução / Google Street VIew

O corpo de um morador de rua, suspeito de estupros, foi encontrado carbonizado na avenida Antônio Carlos, próximo ao bairro Lagoinha, na região Noroeste de Belo Horizonte, durante a madrugada de segunda-feira (11).

Segundo a PM (Polícia Militar), a vítima tinha aproximadamente 35 anos e era conhecida na região pelo apelido de “Copasa”.

Segundo informações da Polícia Militar, o corpo estava próximo ao viaduto Senegal, pouco antes do Complexo da Lagoinha. Ele estava amarrado em um poste com cordas e arames.

A perícia constatou várias lesões no crânio, provavelmente feitas com golpes de facão. Próximo ao corpo também foi encontrado um pedaço de madeira que teria sido utilizado em agressões.

A Polícia Civil informou que o caso foi registrado e que já iniciou a investigação sobre as causas da mortes.

Mortes de moradores de rua

Horas antes deste caso, dois moradores de rua foram encontrados mortos na Praça da Estação, na região Central de Belo Horizonte. Primeiro, um homem identificado como Marcone teve uma parada cardíaca, Guardas municipais que passaram pelo local tentaram socorrer a vítima até a chegada do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), mas ele não resistiu.

Enquanto os socorristas atendiam este caso, um outro morador de rua morreu a menos de 100 metros do local. A mesma equipe do Samu foi até o local e constatou o óbito do homem, que tinha cerca de 45 anos.

Segundo testemunhas, os dois homens estavam bebendo quando caíram já sem vida na praça. A Polícia Civil informou que os corpos foram encaminhados ao IML (Instituto Médico Legal) e que o caso será investigado. A Polícia Militar acredita que as mortes destes moradores de rua não tenham nenhuma relação.

*Estagiário do R7, sob supervisão de Pablo Nascimento.

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