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Vice-governador de MG avalia que eventual privatização da Cemig e da Copasa não vai encarecer serviços

Gestão do governador Romeu Zema (Novo) prepara projeto com o tema para ser enviado à Assembleia Legislativa

Minas Gerais|Pablo Nascimento, do R7

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Mateus Simões voltou a defender adesão ao RRF
Mateus Simões voltou a defender adesão ao RRF

O vice-governador de Minas Gerais acredita que eventual privatização de estatais como a Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) e a Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) não irá encarecer o valor dos serviços.

A avaliação foi feita durante participação no quadro MGR na Política, da Record TV Minas, na noite desta quinta-feira (10).


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"Esses serviços têm preço controlado pelo poder concedente. No caso da água, é com o município. Já a energia elétrica é com o governo federal. As companhias não escolhem quanto vão pagar. Além disso, todas as gratuidades e benefícios para as pessoas mais pobres são mantidas por lei", comentou.

Simões rebateu críticas de opositores sobre o projeto, que está sendo preparado e deve ser enviado para ALMG (Assembleia Legislativa de Minas Gerais) em breve. O político afirma que a intenção da gestão Zema é garantir melhoria na prestação de serviço. Para isto, a equipe tenta diálogo com o Legislativo.


"Na verdade, temos que convencer a Assembleia a abrir o diálogo que está fechado há muito tempo, desde o governo Itamar Franco. Mas naquela época, o momento era outro", observou.

Ainda sobre o orçamento estadual, Simões voltou a defender a adesão ao Regime de Recuperação Fiscal. Ele acredita que a negociação com o Governo Federal atualmente comandando por um representante do Partido dos Trabalhadores (PT) vai sensibilizar a oposição na Assembleia, que tem a legenda entre os membros.


"Eu tenho essa segurança que ao longo dos próximos seis meses a Assembleia vai encaminhar essa pauta. Se não aprovarmos neste semestre, Minas Gerais volta a ter que pagar a parcela de R$ 15 bilhões por ano. Se tiver que voltar a pagar, nós sabemos o que vai acontecer: salários atrasados, interrupções de investimentos e sacrifício em saúde e educação", pontuou.

Durante a entrevista, o vice-governador também comentou sobre o impasse sobre o projeto de construção do Rodoanel Metropolitano e investimentos para o estado. Assista à íntegra:

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