Logo R7.com
RecordPlus

Vigilante deve receber R$ 15 mil de empresária que o chamou de "macaco" e "fedorento"

Mulher se exaltou e ofendeu funcionário após ser proibida de ver filho em hospital

Minas Gerais|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Hospital proibe mais de um acompanhante por paciente atendido
Hospital proibe mais de um acompanhante por paciente atendido

Uma empresária deve pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais ao vigilante de um hospital em Muriaé, na Zona da Mata, por chamá-lo de "macaco" e "negro fedorento".

De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, o filho da empresária foi mordido por um cachorro e deu entrada no pronto-socorro do hospital São Paulo acompanhado de uma tia. A empresária e o marido chegaram para visitá-lo, mas o vigilante explicou que apenas um acompanhante poderia subir por vez, e pediu para que eles avisassem a mulher.


Leia mais notícias no R7 MG

Os dois presentes então teriam se exaltado e exigiram entrar no quarto onde o filho era atendido. Eles deram socos e pontapés na porta de entrada da instituição e xingaram o funcionário, usando a cor de sua pele para tentar ofendê-lo. Policiais militares nas proximidades acabaram prendendo os pais em flagrante, pelos crimes de injúria racial, desobediência e resistência.


O vigilante acionou a Justiça alegando que foi humilhado e constrangido pelas ofensas em seu próprio local de trabalho. O caso foi julgado na 11ª Câmara Cível do TJMG. A defesa dos pais afirmou que teria sido o casal quem sugeriu que a tia fosse avisada para a troca do acompanhante da criança, e que eles não ofenderam o funcionário.

A mãe do garoto acabou sendo condenada a pagar R$ 15 mil por danos morais ao segurança, mas a ação contra o pai da criança foi julgada improcedente. Ambas partes recorreram da decisão, mas a sentença foi mantida.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.