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Número de trabalhadores informais recua no primeiro trimestre deste ano

O Brasil teve uma redução de trabalhadores informais no primeiro semestre deste ano, de acordo com a Pesquisa Nacional por...

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(Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil)


O Brasil teve uma redução de trabalhadores informais no primeiro semestre deste ano, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Os dados revelam um crescimento no número de trabalhadores com carteira assinada e um aumento no rendimento médio da população.

No primeiro trimestre que encerrou em março, a taxa de informalidade registrada foi de 37,3% o que representa 38,1 milhões de trabalhadores. O índice ficou abaixo da porcentagem do indicador registrado no trimestre móvel anterior, de 37,6% (ou 38,7 milhões de informais).


O que caracateriza um trabalho informal é características específicas, como principalmente a falta de carteira assinada, direitos trabalhistas previstos em lei, auxílios de segurança social, como o auxílio-maternidade, auxílio-doença, entre outros. Ou seja, atividades não regulamentadas pelo Estado.

Em contraponto o número de empregados com carteira assinada no setor privado, que pode ser categorizado como empregos em empresas que não são públicas, aumentou em 1,3% (504 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior. O que indica uma redução de 2,1% (285 mil pessoas) de informalidade no trimestre, chegando a 13,3 milhões.


Rendimento médio

O rendimento médio real, que representa a soma das remunerações dos trabalhadores do país, teve um crescimento considerável com R$ 374,8 bilhões e estabilidade no trimestre e alta de 7,1% (ou mais R$ 24,8 bilhões) no ano.


Já o rendimento médio real habitual também aumentou chegando a R$ 3.722 e crescendo nas duas comparações: 1,6% no trimestre e 5,5% no ano, já descontada a inflação nos dois períodos.

Em comparação ao trimestre móvel anterior, houve aumento no rendimento médio de dois dos dez grupamentos de atividade estudados pela PNAD Contínua: Comércio (3,0%, ou mais R$ 86) e Administração Pública (2,5%, ou mais R$ 127). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.

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