Logo R7.com
RecordPlus
Notícias R7 – Brasil, mundo, saúde, política, empregos e mais

EUA investigam possível descumprimento de protocolo em voo de helicóptero de Trump

Autoridades de aviação avaliam se distância mínima entre aeronaves foi mantida na capital americana

Vanity Brasil

Vanity Brasil|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Vanity Brasil

A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) investiga um possível descumprimento de procedimentos de segurança durante a decolagem do helicóptero presidencial Marine One, ocorrida nesta terça-feira (4), em Washington. A aeronave transportava o presidente Donald Trump.

A apuração analisa a conduta dos controladores de tráfego aéreo que não interromperam as operações de aviões comerciais no Aeroporto Nacional Ronald Reagan durante a saída da aeronave presidencial da Casa Branca, no período da tarde. Essa paralisação temporária é uma medida prevista para o deslocamento da comitiva presidencial.


De acordo com informações do jornal The Wall Street Journal, os investigadores apuram se a conduta da equipe respeitou as exigências operacionais do espaço aéreo local. A FAA avalia se foi mantida a separação mínima exigida entre as aeronaves, que estabelece cerca de 2,4 quilômetros de distância horizontal e 150 metros de separação vertical.

Em pronunciamento, uma porta-voz da FAA declarou que o Marine One não ficou próximo de forma perigosa dos aviões que decolavam do aeroporto nem esteve em rota de colisão. Ela ressaltou ainda que o evento não foi classificado como grave pelas autoridades.


A Casa Branca também se posicionou sobre o caso, sustentando que a frota do helicóptero presidencial conta com “alguns dos melhores aviadores do mundo” e assegurando que “em nenhum momento o presidente esteve em perigo”.

O controle do espaço aéreo na região do Aeroporto Ronald Reagan conta com restrições mais severas para voos simultâneos de helicópteros e aviões desde o ano passado, quando a colisão entre uma aeronave militar e um avião comercial resultou na morte de 67 pessoas. A FAA deverá concluir a apuração para determinar se o episódio demandará punições administrativas ou reformulação nos protocolos de tráfego aéreo na região.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.