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Prefeitura de São Paulo intensifica ações para eliminar criadouros do Aedes aegypti

Saiba como você pode auxiliar na prevenção e manter sua família longe das arboviroses

|Matéria Patrocinada

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Ações para eliminar criadouros são intensificadas
Ações para eliminar criadouros são intensificadas

A Prefeitura de São Paulo declarou guerra ao mosquito Aedes aegypti com o Plano Municipal de Enfrentamento às Arboviroses. As ações para eliminar criadouros e conscientizar a população foram intensificadas e contam com o apoio de um time de peso, formado de agentes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), que tem visitado espaços públicos, residências e condomínios.

O plano envolve profissionais das Unidades de Vigilância em Saúde (UVIS) e Agentes Comunitários de Saúde (ACS) de todas as regiões da capital que atuam diariamente no combate e na prevenção de transtornos que possam ser causados pelo mosquito Aedes aegypti, como dengue, zika vírus e chikungunya. Este trabalho também é importante para evitar que a febre amarela possa voltar a ser transmitida na cidade.


É sempre bom reforçar que o envolvimento da população é essencial para eliminar os criadouros. O coordenador do Programa Municipal de Vigilância e Controle das Arboviroses, Eduardo de Masi, destaca algumas medidas básicas que devem ser adotadas: “Ao menos uma vez por semana as pessoas devem circular por toda a casa, principalmente no quintal, para procurar por possíveis criadouros. Um tipo de criadouro potencial importante é um recipiente que possa acumular água em casos de chuva”.

Nessa guerra contra o mosquito, todos os recipientes que possam se tornar criadouros precisam ser eliminados. Os pratos de plantas devem ser removidos ou virados com a boca para baixo, bem como baldes guardados em áreas cobertas. “Um problema muito comum que observamos visitando as casas é o acumulo de materiais como latas, potes, bacias e pedaços de plástico. Tudo isso deve ser removido e levado ao lixo se não tiver utilidade”, diz o coordenador.


Ações começam em locais de maior risco e migram para onde o risco é menor
Ações começam em locais de maior risco e migram para onde o risco é menor

Os recipientes dos animais de estimação também merecem atenção redobrada e precisam ser lavados diariamente. “Não se pode deixar nenhum objeto ou material que possa acumular água exposto à chuva. Se chover e juntar água, em uma semana, o mosquito pode se reproduzir lá dentro”, finaliza.

As ações promovidas pela Prefeitura de São Paulo começam em locais de maior risco e, na sequência, migram para onde o risco é menor. Os profissionais estão sempre uniformizados e portam crachá com foto.


Para conhecer o Plano Municipal de Enfrentamento às Arboviroses e o conjunto de ações, acesse o site http://mosquitovilao.prefeitura.sp.gov.br/

Quem ainda não se vacinou contra a febre amarela pode receber a dose gratuitamente em todos os postos de saúde da capital. Para saber qual a unidade de referência mais próxima basta consultar o Busca Saúde.

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