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Chevrolet Captiva quer ser a nova fase com elétricos mais baratos no Brasil

SUV médio agrada no espaço e na proposta mas chega em um segmento bem conturbado

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Chevrolet Captiva EV Marcos Camargo Jr. 06.02.2026

A General Motors reforça sua ofensiva eletrificada no Brasil com a chegada do Captiva EV. Já anunciada a versão híbrida plugin, o Chevrolet Captiva chega com o DNA chinês da Wuling-SAIC oferecendo espaço, custo benéfico e as vantagens inerentes à eletrificação. Mas não será fácil.

Chevrolet Captiva EV Marcos Camargo Jr. 06.02.2026

Esse segmento já tem muitos produtos na mesma faixa de preço de R$ 199 mil. É o caso do Omoda 5 EV, GAC AYON V, BYD Yuan Plus e Yuan Pro e Geely EX5 citando apenas SUVs elétricos. Todos custam entre R$ 185 e R$ 209 mil. Já estamos falando de cinco produtos tirando é claro produtos premium já alinhados ao Equinox e Blazer.


Como é o Captiva ao vivo


O utilitário elétrico chega em versão única importado da China onde se chama Wuling Starlight e se junta aos demais modelos a bateria da marca, como Spark, Equinox EV e Blazer EV. O SUV tem autonomia de 304 km pelo Inmetro ou cerca de 400km no ciclo urbano e traz design fluido com emblema da Chevrolet.

Chevrolet Captiva EV Marcos Camargo Jr. 06.02.2026

O Captiva EV utiliza motor elétrico de 201 cv e 31,6 kgfm, alimentado por uma bateria de 60 kWh. A autonomia declarada no ciclo Inmetro é de 304 km.


Interior e exterior


O Chevrolet Captiva EV é maior ao vivo do que nas fotos. O utilitário tem 4,74 m de comprimento, 1,89 m de largura e 2,80 m de entre-eixos. O visual traz grade inspirada no Equinox EV e conjunto traseiro com lanternas em estilo futurista.

Chevrolet Captiva EV Marcos Camargo Jr. 06.02.2026

O interior mantém o padrão dos veículos chineses, pois conta com painel limpo, central multimídia flutuante de 15” e painel de instrumentos digital de 8,8”. A multimídia não usa sistema MyLink e o espelhamento exige fio mas a conexão é feita só no caso USB-A. O USB-C é apenas para carga. No console central há um espaço para dois celulares que no Captiva EV poderia ser um carregador de indução. Mas não é.

Teste dinâmico

O Captiva EV foi testado ao longo de cerca de 350km saindo de São Paulo em direção a Campos do Jordão. Com 100% de bateria deixamos a capital pela Ayrton Senna. A condução do carro agrada pelo silêncio e os 200cv são bem suficientes para a estrada.

Chevrolet Captiva EV Marcos Camargo Jr. 06.02.2026

Mesmo sendo um veículo mais simplificado o isolamento acústico é bom, os comandos são de fácil visualização mas a ausência de conexão com celular sem fio é um item que faz falta especialmente em um carro elétrico que supõe ser moderno.

Chevrolet Captiva EV Marcos Camargo Jr. 06.02.2026

Chegamos a Campos do Jordão com 120km de autonomia correspondendo aos 300 estimados de estrada. Na cidade serrana há carregadores lentos e também um rápido que pode repor a bateria do carro em menos de 1h.

Para um primeiro contato o Captiva agrada muito dentro de uma realidade de preços do mercado e com a vantagem competitiva da produção nacional no Ceará em parceria com a Comexport. A GM já habilitou 400 concessionários para trabalhar com veículo elétricos. A depender do esforço para vender os novos elétricos, a GM pode ter destaque e maior volume de vendas em um segmento altamente competitivo.

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