Como é feita a gasolina sintética da Porsche Supercup? Conheça
Veículos da competição não precisam de adaptações para usar o novo combustível

A Porsche desenvolve há quatro anos um projeto de combustível sintético que pode ser uma alternativa para veículos de combustão interna. Produzido a partir da eletrólise do hidrogênio por meio de energia eólica é uma promessa para alguns setores e agora a Porsche começa a usar esse mesmo combustível na Porsche Mobil 1 Supercup.
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O “eFuel” é o combustível próximo de ser neutro em CO2. A matéria-prima vem da planta piloto Haru Oni na Patagônia, sul da Argentina, onde os combustíveis sintéticos (eFuels) são gerados a partir de hidrogênio renovável e dióxido de carbono do ar, graças ao uso de energia renovável. Isso cria inicialmente o eMetanol, que, levado um passo adiante, é então convertido em gasolina bruta sintética.

O produto permite que os veículos 911 GT3 Cup, com cerca de 510 cv, possam competir potencialmente neutros em CO2. Nos três anos anteriores, uma mistura de combustível parcialmente sintético de segunda geração foi usada.

Para os carros de corrida que, ao contrário de seus homólogos de produção, são equipados com unidades de controle de motor programadas manualmente, terão uma versão de software adaptada instalada antes do evento.

A temporada começa com o Grande Prêmio da Emilia-Romagna em Imola, em 19 de maio, e conclui também na Itália, desta vez em Monza, em 1º de setembro. Durante a temporada, o total de combustível necessário para até 32 veículos Cup é de cerca de 50 mil litros.
A Porsche está trabalhando em um sistema piloto de DAC com o Grupo Volkswagen, HIF Global (seu parceiro na produção de eFuels) e MAN Energy Solutions. O objetivo é mostrar que o processo pode ser implementado em escala industrial.















