Como reduzir o custo do seguro do carro em 6 passos: dicas dos corretores
Só 30% dos carros têm cobertura de seguro no Brasil, e há como gastar menos dependendo de algumas atitudes
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O valor do seguro automotivo tem peso crescente no custo de uso do carro no Brasil. Hoje esse custo varia entre 3 e 7% do valor do veículo, segundo entidades que representam o setor.
Com aumento no preço de peças, maior complexidade dos veículos e índices de sinistralidade elevados em algumas regiões, o preço da apólice pode variar significativamente conforme perfil do motorista, modelo do veículo e tipo de cobertura contratada. Mas como economizar?
Corretores apontam que há formas de reduzir esse custo sem necessariamente comprometer a proteção. A seguir, veja cinco pontos que impactam diretamente no valor final do seguro.
Franquia mais alta pode reduzir o valor da apólice
A franquia é o valor que o segurado paga em caso de acionamento do seguro para reparos. Planos com franquia reduzida elevam o preço da apólice, enquanto franquias mais altas tendem a baratear o seguro.
A escolha exige análise: quem utiliza pouco o seguro pode se beneficiar de mensalidades menores, assumindo maior participação em eventuais reparos.
Muitos clientes ficam iludidos de certa forma com a “franquia reduzida” em função da palavra. Mas, em geral, essa redução vem, na contraparte, de um custo de apólice mais alto, compensando esse risco.
Coberturas adicionais devem ser avaliadas com critério
Serviços como assistência 24 horas ampliada, guincho ilimitado e carro reserva impactam diretamente no custo. Embora tragam conveniência, nem sempre são essenciais para todos os perfis de uso. Revisar essas coberturas pode gerar economia sem comprometer a proteção básica contra roubo, furto e colisão.
Muitas vezes o “guincho ilimitado”, “oficinas conveniadas com desconto”, “vidros” e outros elementos vão encarecer o seguro.
Dispositivos de segurança ajudam a baixar o preço
A instalação de itens como rastreador, bloqueador e alarme pode reduzir o valor do seguro entre 5% e 15%, dependendo da seguradora. Esses sistemas diminuem o risco de perda total por roubo ou furto, fator relevante na formação do preço da apólice.
O proprietário pode tomar a iniciativa de instalar um alarme ou rastreador se não tiver. Isso ajuda e muito a reduzir o valor do seguro.
Modelo do veículo influencia diretamente no seguro
Carros com maior disponibilidade de peças e rede de reparo ampla tendem a ter seguros mais acessíveis. Modelos produzidos no Brasil, em geral, apresentam custos menores de manutenção. Já veículos importados, híbridos ou elétricos podem ter seguro mais elevado, devido ao custo de peças e mão de obra especializada.
Carros com manutenção complexa, como é o caso dos híbridos, importados, veículos fora de linha ou com desenho desatualizado, tendem a ter custo de apólice maior.
Comparar cotações é essencial antes de fechar contrato
O preço do seguro pode variar bastante entre seguradoras para um mesmo perfil e veículo. A recomendação do mercado é realizar ao menos três a cinco cotações, analisando não apenas o valor, mas também as condições de cobertura, franquia e serviços incluídos.
Atitudes seguras a longo prazo
Sim, vale a pena investir em uma garagem coberta, que ajuda a reduzir o custo do seguro e reduzir a chance de acioná-lo, assim como em itens como um alarme e bloqueador ou rastreador. Se o veículo tiver aplicativo do fabricante com rastreador também ajuda muito por conta da estabilidade do sistema.
Na prática, reduzir o custo do seguro passa por equilibrar proteção e orçamento. Ajustes na franquia, revisão de coberturas e escolha consciente do veículo são fatores que, combinados, podem representar economia relevante ao longo do tempo.
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