Jeep produção do Avenger no Brasil Porto Real ainda este ano
SUV compacto usa plataforma CMP já instalada na planta fluminense

A Jeep comemorou, em 1º de fevereiro de 2026, os 25 anos do Polo Automotivo Stellantis de Porto Real, no sul do Rio de Janeiro, destacando o início de um novo ciclo industrial com a confirmação da produção nacional do Jeep Avenger a partir de 2026. O movimento reforça a estratégia de expansão da marca no Brasil e consolida Porto Real como uma planta multimarcas e preparada para novos projetos. Hoje a unidade produz a linha Citroën C3 para o Brasil e exportação.

Inaugurada em 2001, a fábrica foi a primeira unidade automotiva instalada no estado do Rio de Janeiro e, ao longo de um quarto de século, passou por sucessivas evoluções industriais.

Segundo a Jeep, a escolha de Porto Real para produzir o Avenger está diretamente ligada ao perfil técnico da planta e à capacidade de absorver novas plataformas globais, alinhadas às exigências de eletrificação, conectividade e segurança veicular. “Celebrar os 25 anos de Porto Real é reconhecer uma história de competência industrial. Produzir o Jeep Avenger a partir de 2026 simboliza o início de um novo capítulo para a marca no Brasil”, afirmou Hugo Domingues, head da Jeep para a América do Sul.
Projeto Jeep Avenger: o que já sabemos
Como você já detalhou em avaliação anterior, o Jeep Avenger representa uma mudança importante na estratégia da marca no país. Trata-se de um SUV compacto global, desenvolvido sobre a plataforma CMP, a mesma utilizada por modelos como Peugeot 2008 (feito na Argentina) e Citroën C3 (hatch, Aircross e Basalt), mas com ajustes específicos de chassi, design e identidade para atender ao posicionamento Jeep.

No Brasil, o Avenger será o SUV de entrada da marca, abaixo de Renegade, Compass e Commander, ampliando o alcance da Jeep em volume e participação de mercado. O modelo aposta em dimensões mais urbanas, bom vão livre do solo para o segmento, pacote de assistências à condução (ADAS) e arquitetura preparada para múltiplas motorizações, incluindo versões eletrificadas no médio prazo.
A nacionalização do Avenger em Porto Real também tem impacto direto na competitividade de preço, na logística e no atendimento ao mercado brasileiro, além de permitir maior integração com a cadeia de fornecedores locais da Stellantis.
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