Alcolumbre será o árbitro do pedido de anulação da quebra de sigilo de Lulinha
Representação foi protocolada no início da noite desta quinta (26); presidente do Senado vai avaliar ‘com base no regimento interno’

A base governista acionou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para definir sobre a manutenção ou não do pedido de quebra de sigilo de Lulinha na CPMI no INSS.
A representação oficial, assinada por 14 parlamentares, foi protocolada na noite desta quinta-feira (26) e defende a “imediata suspensão dos efeitos da votação simbólica” ao alegar que foram, na verdade, “14 votos contrários e sete votos favoráveis” à quebra de sigilo.
De acordo com interlocutores da presidência, Alcolumbre vai analisar evidências, como documentos, fotos e vídeos, que deverão ser enviados junto com a representação formal do pedido dos parlamentares que alegam ter havido fraude na votação.
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A análise será feita com o apoio da Advocacia da Casa, da Polícia Legislativa e da Secretaria-Geral da Mesa, que devem deliberar “com base no Regimento Interno”.
O presidente Lula foi questionado pela imprensa nesta quinta no Palácio do Planalto sobre a aprovação da quebra de sigilo de seu filho, mas não quis comentar.
De acordo com o Planalto, não há previsão de conversa entre Lula e Alcolumbre, nem de encontro com senadores, nos moldes do jantar que o presidente ofereceu a deputados no início de fevereiro.
O clima entre Davi Alcolumbre e o Planalto, porém, não é dos melhores. Nesta quarta-feira (25), o presidente do Senado não colocou em votação o projeto que criava incentivos fiscais para datacenters e deixou a Medida Provisória 1318/25, que criou o Redata, perder a validade, criando uma nova crise política com o Palácio do Planalto.
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