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Flávio Bolsonaro prevê fim do atual Fies e pagamento proporcional ao salário

Proposta substitui o FIES tradicional pelo Empréstimo Contingente à Renda, onde o estudante só paga após conseguir emprego formal

Blog do Nolasco|Thiago NolascoOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro propõe substituir o FIES pelo Empréstimo Contingente à Renda, onde estudantes pagam após conseguir emprego formal.
  • O pagamento será proporcional ao salário do graduado, iniciando apenas quando estiver formalmente empregado.
  • O plano inclui ampliar o ensino técnico no ensino médio em parceria com empresas, focando em áreas como inteligência artificial e robótica.
  • Propostas abrangem estímulos ao mercado de trabalho, como contratos com menor custo para jovens e programas de contratação para desempregados acima de 50 anos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência Bruno Peres/Agência Brasil

O plano de governo do pré-candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, intitulado Para o Brasil Vencer o Atraso, projeta uma reformulação no sistema de ensino superior do país com a substituição progressiva do atual Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A medida prevê a implementação do modelo de Empréstimo Contingente à Renda para os estudantes universitários.

O plano de governo vai ser divulgado pelo candidato durante a live das 19h, nesta quinta-feira (13).


​Pela nova diretriz, o estudante não precisará assumir dívidas fixas logo após a conclusão do curso nem arcar com parcelas sem ter garantia de renda. O pagamento do financiamento só terá início quando o profissional estiver formalmente inserido no mercado de trabalho. Além disso, o valor das parcelas mensais será diretamente proporcional aos rendimentos obtidos pelo graduado.

​A reestruturação na Educação também alcança o ensino médio, onde o plano propõe ampliar o ensino técnico em parceria com o setor produtivo. A ideia é permitir que empresas apoiem programas de formação e ofereçam bolsas focadas em áreas com demanda real de vagas, integrando conteúdos como inteligência artificial, robótica, tecnologia, educação financeira e empreendedorismo para a economia digital.


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​Além da reformulação educacional, a proposta abrange estímulos ao mercado de trabalho e ao ambiente de negócios. O texto prevê contratos com menor custo sobre a folha de pagamento para jovens de 18 a 24 anos no primeiro emprego e modelos atrativos de contratação para trabalhadores com mais de 50 anos desempregados há pelo menos 12 meses.

As medidas incluem ainda um banco nacional de vagas conectado aos RHs das empresas, desburocratização para abertura de negócios, expansão de crédito para microempresas via Caixa Econômica Federal e a retomada do programa Casa Verde e Amarela com meta de 2,5 milhões de moradias.


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