Ciência brasileira em destaque: 17 pesquisadores que fazem o mundo olhar para cá
Pouca gente sabe, mas o Brasil tem muita pesquisa de qualidade e nomes muito importantes na ciência
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Todo ano, a Clarivate divulga a lista dos cientistas mais citados do mundo. É um recorte pequeno, só o 1% mais influente da pesquisa global. Ver o Brasil ali sempre dá aquela sensação boa de que a ciência feita aqui, mesmo com todos os desafios, continua viva, relevante e chegando longe. Em 2025, somos 17 nomes. Um a mais do que no ano passado. Pode parecer pouco, mas simboliza muito.
Esses 17 pesquisadores vêm de áreas diferentes e mostram que o nosso impacto não está preso a um único campo. São eles, Claudianor O. Alves da Universidade Federal de Campina Grande, Carlos H. Barrios da PUCRS, Renata Bertazzi Levy da USP, Pedro H. S. Brancalion da USP, Geoffrey Cannon da USP, Robert K. Colwell da Universidade de Brasília, Giselda Durigan da USP, Mauro Galetti da USP, Ednan Joanni do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, Maria Laura da Costa Louzada da USP, José A. Marengo do CEMADEN, Carlos Augusto Monteiro da USP, Fernanda Rauber da USP, Luis Augusto Rohde da UFRGS, Euridice Martinez Steele da USP, Bernardo B. N. Strassburg da PUC Rio e Francisco Murilo Zerbini da Universidade Federal de Viçosa.
Quando a gente olha essa lista com calma, percebe algumas coisas que passam batido no dia a dia. A USP aparece muito, o que mostra força, mas também lembra que grande parte da produção de ponta ainda está concentrada em poucas instituições. Mesmo assim, ver nomes brasileiros entre os mais citados do planeta emociona. É como um lembrete silencioso de que pesquisa feita aqui importa. Importa para o Brasil, importa para o mundo, importa para quem depende de conhecimento de qualidade para tomar decisões.
Não estamos falando de “celebridades científicas”, mas de pessoas que dedicam décadas a um tema, que acertam, erram, retomam, descobrem, testam de novo. Pesquisas que atravessam madrugadas, artigos que demoram anos para ficar prontos, projetos que só saem porque existe insistência e amor pelo que se faz. É trabalho no sentido mais profundo da palavra.
A presença brasileira também diz muito sobre o que podemos ser. Mostra crescimento em áreas como ecologia, nutrição e desastres naturais, revela uma participação feminina maior do que em anos anteriores e reforça o papel do financiamento público. E, ao mesmo tempo, escancara o que ainda falta, como ampliar a estrutura científica fora do eixo tradicional e criar caminhos para que mais jovens tenham chance de chegar longe.
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