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Preço de imóveis residenciais tem alta de 6,5% em 2025, segunda maior variação em 11 anos

O resultado superou a inflação, e o valor médio de venda atingiu R$ 9.611/m², segundo o Índice FipeZAP

Conta em Dia|Ana VinhasOpens in new window

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Valorização em São Paulo foi de 6,56% em 2025 MISTER SHADOW/ASI/ESTADÃO CONTEÚDO - 02.01.2026

O preço dos imóveis residenciais registraram alta de 6,5%, em 2025. Segundo o Índice FipeZAP, divulgado nesta terça-feira (6), é a segunda maior variação anual dos últimos 11 anos, sendo inferior apenas a 2024 (7,7%).

O resultado superou a inflação anual medida pelo IGP-M/FGV (-1,05%), assim como a inflação oficial do país, dada provisoriamente pela variação do IPCA/IBGE nos 11 meses encerrados em novembro, acrescida da prévia de dezembro, pelo IPCA-15* (+4,18%).


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Os imóveis de um dormitório tiveram a maior valorização (+8,05%). Já a menor variação média dos preços foi de unidades com quatro ou mais dormitórios (+5,34%).

O índice é feito com base em informações sobre preços de venda de imóveis residenciais em 56 cidades brasileiras, incluindo 22 capitais.


O aumento nas capitais

  • Salvador (+16,25%);
  • João Pessoa (+15,15%);
  • Vitória (+15,13%);
  • São Luís (+13,91%);
  • Fortaleza (+12,61%);
  • Belo Horizonte (+12,03%);
  • Belém (+11,75%);
  • Goiânia (+11,49%);
  • Maceió (+10,50%);
  • Cuiabá (+10,31%);
  • Florianópolis (+9,07%);
  • Natal (+8,51%);
  • Manaus (+8,45%);
  • Recife (+6,64%);
  • São Paulo (+6,56%);
  • Porto Alegre (+6,44%);
  • Campo Grande (+4,08%);
  • Brasília (+3,71%);
  • Rio de Janeiro (+3,13%);
  • Teresina (+2,80%);
  • Aracaju (+2,79%).

Preço médio por metro quadrado

O preço médio de venda residencial foi de R$ 9.611/m². Entre os tipos de imóveis analisados, imóveis com um dormitório apresentaram o maior preço médio (R$ 11.669/m²), enquanto as unidades com dois dormitórios registraram o menor valor (R$ 8.622/m²).

Considerando as 56 localidades monitoradas, os maiores valores amostrais foram identificados em duas cidades catarinenses: Balneário Camboriú (R$ 14.906/m²) e Itapema (R$ 14.843/m²).


E os menores, em Pelotas/RS (R$ 4.353/m²) e Betim/MG (R$ 4.700/m²).

Valor médio nas capitais

  • Vitória (ES) (R$ 14.108/m²)
  • Florianópolis (R$ 12.773/m²);
  • São Paulo (R$ 11.900/m²);
  • Curitiba (R$ 11.686/m²);
  • Rio de Janeiro (R$ 10.830/m²);
  • Belo Horizonte (R$ 10.642/m²);
  • Maceió (R$ 9.836/m²);
  • Brasília (R$ 9.754/m²);
  • Fortaleza (R$ 8.963/m²);
  • São Luís (R$ 8.617/m²);
  • Recife (R$ 8.446/m²);
  • Belém (R$ 8.341/m²);
  • Goiânia (R$ 8.139/m²);
  • Salvador (R$ 7.972/m²);
  • João Pessoa (R$ 7.970/m²);
  • Porto Alegre (R$ 7.505/m²);
  • Manaus (R$ 7.189/m²);
  • Cuiabá (R$ 6.801/m²);
  • Campo Grande (R$ 6.330/m²);
  • Natal (R$ 6.146/m²);
  • Teresina (R$ 5.789/m²);
  • Aracaju (R$ 5.282/m²).

Aumento em dezembro

Em dezembro de 2025, o aumento médio foi de 0,28%, desacelerando em relação ao resultado no mês precedente (+0,58%).


Além disso, a variação no último mês de 2025 também foi inferior ao registro de dezembro de 2024, quando os preços de venda residencial avançaram, em média, 0,66%.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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