Escrever à mão melhora memória e cognição, afirma neurologista
Especialista defende o uso do lápis e propõe equilíbrio entre tecnologia e escrita tradicional para estimular o cérebro
Heródoto Barbeiro|Heródoto Barbeiro
Segundo Flávia Timbó, neurologista com formação pelo Hospital do Servidor Público do Estado de São Paulo (IAMSPE), o uso do lápis estimula conexões motoras e sensoriais ligadas à linguagem. A especialista defende o equilíbrio entre tecnologia e escrita tradicional, sugerindo inclusive tablets com canetas como alternativa. A prática manual, além de fortalecer a memória, favorece o desenvolvimento cognitivo de crianças e adolescentes.
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