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Luiz Fara Monteiro
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Anuário revela melhora no índice de preocupação com a saúde mental dos trabalhadores nas principais aéreas do país

Estudo do Instituto Philos Org avalia o que as 100 maiores empresas do país relatam fazer pela saúde mental dos colaboradores

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Documento é divulgado anualmente no Dia Mundial da Saúde Mental Carlos Dias

O Anuário Saúde Mental nas Empresas 2026, publicado pelo Instituto Philos Org, mostra que as três principais companhias aéreas brasileiras registraram aumento no índice que avalia a preocupação com o bem-estar dos trabalhadores. O documento, que está em sua quarta edição, é divulgado anualmente no Dia Mundial da Saúde Mental.

A GOL apresentou a maior evolução positiva, com índice de 8,04 em 2026, ocupando a 3ª colocação no ranking de empresas do setor de Serviços, Transporte e Logística e a 36ª posição no ranking geral. No ano passado, o índice da companhia foi de 4,90.

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A Azul obteve índice de 6,22 no Anuário deste ano, ficando em 6º lugar no ranking setorial e em 56º no ranking geral. Em 2025, o índice da empresa havia sido de 5,33.

Com uma leve melhora na avaliação, que passou de 4,48, em 2025, para 5,22, em 2026, a LATAM aparece em 69º lugar no ranking geral e na 8ª colocação no ranking do setor de Serviços, Transporte e Logística.

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Sobre o Anuário

O estudo do Instituto Philos Org avalia o que as 100 maiores empresas do país relatam fazer pela saúde mental dos colaboradores. O índice geral apresentou leve recuo, passando de 8,19, em 2025, para 8,02, em 2026. A escala máxima vai até 16.

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“A edição deste ano traz um maior rigor metodológico ao considerar tendências do mercado de trabalho como vida digital, uso de inteligência artificial e o impacto para a saúde mental dos trabalhadores. Além disso, avaliamos se as empresas fazem o gerenciamento de riscos psicossociais, independentemente das exigências da NR1”, avalia Carlos Assis, CEO do Instituto Philos Org e editor do Anuário Saúde Mental nas Empresas.

Para Assis, ao jogar luz sobre o tema, o Anuário também tem cumprido o seu papel de fomentar as boas práticas e conscientizar as empresas a adotar novas medidas para promover ambientes de trabalho psicossocialmente seguros e saudáveis.

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O número de afastamentos por transtornos mentais no Brasil passou de 464 mil, em 2024, para mais de 546 mil, em 2025. O impacto é direto na produtividade, nos custos das empresas e do sistema de saúde, além de afetar a capacidade de inovação. No cenário global, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que depressão e ansiedade resultem na perda de 12 bilhões de dias de trabalho por ano, com prejuízo econômico de quase US$ 1 trilhão.

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