Luiz Fara Monteiro Evacuação de passageiros em Cuiabá foi indevida, suspeita investigação

Evacuação de passageiros em Cuiabá foi indevida, suspeita investigação

Equipe de manutenção não encontrou  indícios de fogo ou fumaça até o momento

Passageiros deixaram a aeronave pelas portas de emergência e utilizaram escorregadeiras

Passageiros deixaram a aeronave pelas portas de emergência e utilizaram escorregadeiras

Reprodução Redes Sociais

O incidente na noite desta quarta-feira (24) com o A320Neo da Azul Linhas Aéreas em Cuiabá, quando passageiros evacuaram de forma desordenada da aeronave, está sob investigação.

Pelo que foi apurado até o momento, a evacuação dos passageiros em Cuiabá foi indevida.

O voo que sairia de Cuiabá tinha como destino o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. 

A ocorrência foi classificada como incidente pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA).

O que se sabe até agora é que houve uma rejeição de decolagem em baixa energia no avião de  matrícula PR-YRH, devido ao alerta no sistema hidráulico.

A Azul informa que "as circunstâncias ainda estão sendo investigadas".

Os investigadores não encontraram indícios de fogo ou fumaça, que são decisivos para uma evacuação de emergência a bordo.

Os motores também não apresentaram anormalidade aparente. 

Geralmente quando ocorre uma rejeição, a primeira ação técnica da tripulação é fazer um anúncio no Passenger address (PA) e pedir que passageiros e comissários  "aguardem instruções".

Após uma série de análises no cockpit, o comandante comunica que a situação está sob controle ou determina o início da evacuação.

Caso não haja iniciativa de comunicação dos pilotos, os comissários iniciam uma tentativa de contato com a cabine.

Se não houver sucesso, eles mesmos podem iniciar a evacuação por conta própria.

No caso do voo AD2751, não há informação segura se, e de quem teria vindo a ordem para que os passageiros evacuassem o A320Neo.

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