Mulher presa por ameaçar e agredir tripulação de voo participa de audiência judicial
Prisão ocorreu há uma semana a bordo de voo da American Airlines de Punta Cana a Las Vegas

A passageira de Las Vegas, presa na última terça-feira (23), deve comparecer nesta quarta-feira (1) ao tribunal pela primeira vez por supostamente agredir uma comissária e intimidar outros tripulantes durante um voo para a cidade em Nevada.
Segundo as alegações contidas na queixa-crime e nas declarações prestadas no tribunal, a confusão foi registrada em 16 de setembro. Ketty J. Dilone, passageira de um voo da American Airlines de Punta Cana, República Dominicana, para Las Vegas, com conexão em Charlotte, Carolina do Norte, andava pelo corredor da aeronave gritando. A ocorrência foi filmada por outros passageiros.
Ela ameaçava verbalmente vários comissários. Devido o comportamento perturbador e ameaçador de Dilone, comissários a imobilizaram e a prenderam em seu assento com braçadeiras e fita adesiva.
A passageira ainda teria chutado um comissário, fazendo com que ele caísse. Quando o voo chegou ao Aeroporto Internacional Harry Reid de Las Vegas, os policiais do Departamento de Polícia Metropolitana responderam o chamado do comandante e levaram Dilone sob custódia.
Dilone foi acusada por interferência na tripulação de voo e de agressão, por partir para cima dos tripulantes. A Justiça americana agendou uma audiência preliminar para 1º de outubro de 2025. Em caso de condenação, a pena máxima legal é de 20 anos de prisão. Um juiz do tribunal distrital federal determinará a sentença após considerar as Diretrizes de Sentenças dos EUA e outros fatores legais.
O anúncio foi feito pelo procurador-geral interino dos Estados Unidos, Sigal Chattah, do Distrito de Nevada, e pelo agente especial encarregado Christopher S. Delzotto, da Divisão de Las Vegas do FBI. O FBI e o Departamento de Polícia Metropolitana de Las Vegas investigaram o caso. A promotora assistente dos Estados Unidos, está conduzindo o caso. O Gabinete do Procurador dos EUA reforça que “uma queixa é meramente uma acusação, e o réu é presumido inocente até que seja provado culpado”.
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