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Luiz Fara Monteiro

Oficina de manutenção da Solojet impulsiona aviação executiva em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia

Com 1.500 m², a base oferece manutenção especializada e soluções de mobilidade para empresários e produtores do agronegócio

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Nova unidade foi certificada pela ANAC Divulgação Solojet Aviação

A Solojet Aviação celebra os primeiros quatro meses de atividade de seu hangar em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. Desde a inauguração no primeiro trimestre deste ano, a base já realizou mais de 50 atendimentos, o que demonstra a importância da região e a necessidade de oferecer soluções de manutenção mais próximas dos clientes. A nova unidade da Solojet Aviação foi certificada pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) em outubro do ano passado.


O hangar tem 1.500 m² e está localizado no Aeroporto de LEM, área estratégica do agronegócio brasileiro conhecida pela produção de grãos e algodão. O público atendido é formado principalmente por grandes produtores rurais, empresários do setor, companhias de logística e grupos de investimento. Como o aeroporto não recebe voos comerciais, a procura por aviação executiva é intensa, o que torna a estrutura fundamental para atender essa demanda.

A localização também é estratégica para atender a região do Matopiba (MA + TO + PI + BA), como é chamada a região formada pelo estado do Tocantins e partes dos estados do Maranhão, Piauí e Bahia, onde ocorreu forte expansão agrícola nos últimos anos. Ali, é forte a presença de aeronaves executivas e há enorme carência de oficinas homologadas e com a expertise da Solojet Aviação.


Uma novidade é o atendimento remoto, criado pela Solojet Aviação, para dar suporte a operadores e proprietários com aeronaves com panes, AOG e que não podem voar. Com ferramentas especializadas e toda a estrutura para atender na base do cliente, a unidade remota pode ser acionada para o Centro-Oeste e interior da Bahia, ajudando a reduzir o tempo em solo e os traslados desnecessários.

A base de LEM oferece manutenção para aeronaves turboélice e jatos executivos. A Solojet é homologada para modelos como Beechcraft King Air 90 Series, C90 GTi e GTx e 300 Series; Cessna 500/550 Series, 525 A/B, 560XL, 650 Series e 750; Hawker Beechjet 400 A/XP e 4000; além dos Learjet 40/45/70 e 75.


“Estamos muito contentes com a demanda em LEM, bem acima do que projetamos e a tendência é crescer à medida em que vamos nos tornando ainda mais conhecidos na região”, disse Cláudio Bernstein, COO da Solojet. Em média, deslocar aeronaves para manutenção de regiões no Norte e Nordeste até o Sudeste do país pode representar até oito horas de voo entre ida e volta. “Um custo alto, sem contar os transtornos de deslocamento, desgaste da tripulação e período maior com a aeronave em solo”, ressalta Bernstein.


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