Como abelhas e nanotecnologia podem ajudar a enfrentar plantas daninhas
Startup brasileira pesquisa nanopartículas como possível alternativa para o manejo de plantas resistentes a herbicidas
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A resistência de plantas daninhas aos herbicidas está entre os desafios mais complexos da agricultura moderna. No Brasil, espécies como buva, capim-pé-de-galinha e caruru já exigem estratégias de manejo cada vez mais sofisticadas. Mas uma startup brasileira aposta na combinação: abelhas, microbiologia e nanotecnologia.
PRÏOBIO desenvolve uma pesquisa a partir de bactérias do gênero Bacillus, presentes na microbiota de abelhas, para a produção biológica de nanopartículas de prata com potencial aplicação no controle de plantas daninhas resistentes.
A iniciativa aproxima ciência, biodiversidade e nanotecnologia e reúne a colaboração de instituições de pesquisa, como a Universidade de Sorocaba e grupos vinculados ao INCT NanoAgro.
“A resistência de plantas daninhas é hoje um desafio agronômico, econômico e ambiental. Quando as ferramentas disponíveis perdem eficiência, todo o sistema produtivo é impactado. Nossa pesquisa busca ampliar as alternativas para enfrentar esse cenário por meio da ciência e da inovação”, disse Renata Lima, liderança científica e porta-voz da PRÏOBIO.
Ainda em fase de desenvolvimento, a tecnologia precisa passar por novas etapas de validação antes de chegar ao campo. Mas a iniciativa aponta para uma tendência importante do agronegócio: a busca por soluções que ampliem o arsenal disponível ao produtor diante da evolução da resistência.
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