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Bioindústria amazônica deve gerar R$ 5 bilhões e 620 mil empregos até 2035

Rede de hubs fluviais une tecnologia, energia limpa e logística inteligente para transformar a sociobioeconomia

Mundo Agro|Fabi GennariniOpens in new window

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Hubs amazônicos podem cortar 1,8 milhão de toneladas de CO₂ por ano Freepik

A Amazônia pode se tornar um polo de bioindústria e logística sustentável capaz de atrair até R$ 5 bilhões em investimentos privados e gerar 620 mil empregos verdes até 2035.

“Hoje está mais do que provado que é possível gerar impacto positivo e retorno financeiro ao mesmo tempo. Os hubs são escaláveis e capazes de transformar a sociobioeconomia em uma oportunidade concreta de negócios,” disse Ricardo Assumpção, sócio-líder de Sustentabilidade e CSO LATAM da EY.


O Estudo de Viabilidade para Implantação de Hubs de Inovação na Região Panamazônica, coordenado pelo Instituto Amazônia 4.0 e encomendado pela EY, propõe a criação de hubs de inovação fluviais, que combinam barcos-indústria movidos a energia solar e biodiesel, biofábricas móveis, entrepostos refrigerados com energia limpa e rastreamento por blockchain.

“O primeiro passo é mostrar que esse modelo é economicamente viável”, disse Assumpção.


O modelo também prevê a redução de 1,8 milhão de toneladas de CO₂ por ano, fortalecendo a Amazônia como protagonista da economia verde global.

Ricardo Assumpção, sócio-líder de Sustentabilidade e CSO LATAM da EY Foto cedida: EY

“Estamos falando de um novo ciclo de investimentos ESG que conecta inovação, infraestrutura verde e inclusão produtiva”, concluiu Assumpção.


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