Brasil aposta em inovação e sustentabilidade para ampliar exportações na Pack Expo Las Vegas 2025
Delegação de 16 empresas apresenta tendências em economia circular e embalagens de alta performance

O Think Plastic Brazil marca sua 6ª participação na Pack Expo Las Vegas, uma das maiores feiras globais de embalagens e insumos industriais, que acontece até amanhã nos Estados Unidos.
Em entrevista ao Mundo Agro, Carlos Moreira, Diretor-Executivo do Instituto Nacional do Plástico e responsável por projetos do programa, destacou os avanços já conquistados, os diferenciais competitivos da indústria plástica brasileira e como a presença no evento consolida oportunidades de expansão, mesmo diante de desafios como barreiras tarifárias e da crescente demanda mundial por soluções sustentáveis.

Mundo Agro: O que é o Think Plastic Brazil qual a importância de participar dessa Pack Expo Las Vegas?
Carlos Moreira: O Think Plastic Brazil é um programa setorial e atua como portfólio de soluções para a internacionalização da indústria de produtos transformados em plástico. Realizado por meio de parceria entre a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e o INP (Instituto Nacional do Plástico), o programa apoia empresas brasileiras na expansão para mercados internacionais-alvo. Em seus mais de 20 anos de atuação, o Think Plastic Brazil cresceu de 38 empresas participantes iniciais para mais de 250 empresas atualmente. No período, viabilizou 4.773 participações empresariais em 240 projetos de promoção comercial, gerando 64.366 reuniões de negócios. O impacto econômico acumulado ultrapassa US$ 1,247 bilhão em negócios gerados, a partir de um investimento total de US$ 12,338 milhões, resultando em um ROI impressionante de US$ 101,04 para cada dólar investido. Esses números evidenciam o sucesso histórico do programa em fomentar exportações e parcerias internacionais para o setor plástico brasileiro.
A Pack Expo Las Vegas destaca-se como uma das principais feiras mundiais do setor de embalagens e insumos industriais, sendo referência absoluta nas Américas (Estados Unidos, Canadá, Caribe e América Latina). Organizada bienalmente pela associação americana PMMI, a feira ocorre no Las Vegas Convention Center e reúne os maiores players globais de tecnologia de embalagem. A edição mais recente, Pack Expo 2023, contou com mais de 1.500 expositores de 30+ países, ocupando cerca de 900.000 pés quadrados (aprox. 83,6 mil m²) de área de exposição. O público visitante ultrapassou 23 mil profissionais, oriundos de mais de 15 países, abrangendo fabricantes, fornecedores e compradores de toda a cadeia de embalagens. Esses indicadores reforçam a abrangência continental do evento e sua relevância estratégica: trata-se do palco onde são lançadas inovações, fechados acordos comerciais e discutidas tendências que orientarão o futuro da indústria de embalagens. Participar da Pack Expo Las Vegas posiciona o Brasil em evidência diante dos mercados-chave da região, fortalecendo relacionamento com clientes dos EUA, Canadá e demais Américas, além de proporcionar inteligência de mercado sobre concorrentes e demandas emergentes.
Historicamente, a participação brasileira na Pack Expo tem apresentado resultados superiores às metas inicialmente projetadas. De acordo com dados acumulados das cinco edições já realizadas (2013, 2015, 2017, 2019 e 2023), observa-se que os negócios gerados pelas empresas brasileiras superaram em mais do que o dobro os valores previstos: foram aproximadamente US$ 60,0 milhões em negócios efetivados (soma de vendas imediatas durante a feira e estimativas para os 12 meses subsequentes) contra cerca de US$ 28,2 milhões projetados originalmente (7†source). Esse desempenho extraordinário se reflete no Índice de Geração de Exportações (IGE), que alcançou 172,23, quase o dobro do IGE esperado (83,51) –, indicando que para cada US$ 1 investido pela ApexBrasil na ação, obteve-se retorno de US$ 172 em negócios de exportação gerados. Além do volume financeiro, outros indicadores comprovam a efetividade da participação: o número de empresas participantes totalizou 54, superando a meta de 40, e foram realizadas 1.230 reuniões de negócios, frente às 671 previstas.
Os dados evidenciam a alta performance das empresas brasileiras na Pack Expo. Esta performance histórica positiva consolida a Pack Expo Las Vegas como uma iniciativa de ótimo custo-benefício para a indústria brasileira de plásticos, justificando sua continuidade no portfólio de feiras do Think Plastic Brazil.
Mundo Agro: São 16 empresas brasileiras no evento. Qual perspectiva de expansão de negócios?
Carlos Moreira: A Pack Expo Las Vegas, por sua abrangência geográfica, abre caminho para a expansão dos negócios brasileiros além do mercado norte-americano, alcançando compradores do Canadá, México, Caribe e demais países da América Latina. Essa diversificação regional é especialmente estratégica em cenários de volatilidade comercial. Recentemente, por exemplo, as exportações brasileiras enfrentaram barreiras como o chamado “tarifaço”, uma sobretaxa de 50% imposta pelos Estados Unidos em 2025 sobre diversos produtos de alto valor agregado, incluindo itens de plástico. Tal medida protecionista gerou preocupação setorial, com estimativas de comprometer até 20% das exportações do setor plástico, acarretando potenciais perdas de US$ 1,5 a 2 bilhões. Entretanto, encaramos essas barreiras como fenômenos cíclicos e administráveis no longo prazo. A resposta estratégica do programa, alinhada com a diretriz da ApexBrasil, é ampliar mercados-alvo ao invés de depender excessivamente de um único destino. Conforme destaca a própria ApexBrasil, a diversificação de mercados é adotada como princípio constante de mitigação de riscos, “não colocar todas as fichas em uma só cesta”, de modo a reduzir a exposição das empresas brasileiras à instabilidade comercial.
Nesse contexto, a participação na Pack Expo Las Vegas 2025 insere-se em uma visão positiva de ciclo de negócios: mesmo diante de desafios como tarifas pontuais, a demanda global por soluções em plástico permanece sólida e distribuída. Canadá e México despontam como mercados complementares de alto potencial, seja pela proximidade geográfica aos EUA, seja por acordos regionais (ex.: USMCA/T-MEC) que facilitam acesso comercial. Países latino-americanos vizinhos também apresentam oportunidades de exportação, muitas vezes sofrendo menor interferência tarifária do que o mercado norte-americano. Ao fortalecer relacionamentos em múltiplos países, as empresas brasileiras constroem uma base exportadora mais resiliente, capaz de sustentar crescimento mesmo quando ocorrem entraves em um determinado destino. Em suma, a diversificação de mercados, catalisada pela presença em feiras internacionais de grande porte, é a chave para a sustentabilidade exportadora do setor de plásticos, garantindo que a indústria brasileira continue competitiva e menos vulnerável a oscilações políticas ou tarifárias em qualquer mercado específico.
Mundo Agro: Quais novidades ou soluções de destaque das empresas brasileiras participantes?
Carlos Moreira: O Think Plastic Brazil levou 16 empresas brasileiras do setor, apresentando um amplo leque de especializações em embalagens e insumos plásticos. A delegação de 2025 reúne desde fabricantes de filmes flexíveis de alto desempenho até líderes em soluções sustentáveis e recicláveis. As empresas expositoras e suas especialidades incluem:
- Embaquim, Pioneira nacional em tecnologia bag-in-box, líder brasileira em bolsas plásticas para acondicionamento em caixas de papelão e contentores metálicos.
- GDM Plásticos, Referência no desenvolvimento de filmes plásticos para embalagens, com foco em inovação, alta qualidade e expansão sustentável dos negócios.
- Globoplast, Especialista em bisnagas plásticas (tubos flexíveis), com produção verticalizada que permite soluções inovadoras e customizadas para clientes.
- Oben Group, Multinacional de origem peruana, atua como líder global em embalagens flexíveis e filmes plásticos de alta performance, com presença produtiva em 17 países.
- Parnaplast, Tradicional fabricante (desde 1974) de embalagens flexíveis de alta tecnologia, fornecendo soluções modernas e de alto valor agregado para diversos segmentos.
- Plaszom, Com mais de 50 anos de história, está entre as maiores produtoras brasileiras de embalagens flexíveis. Destaca-se pela excelência na fabricação de filmes plásticos, sacolas, sacos industriais e outras soluções em embalagens flexíveis de grande porte (atua inclusive nos segmentos de nutrição animal, alimentos, etc.).
- Polionda, Fabricante de referência em chapas e embalagens de plástico corrugado (tipo cartonplast), sendo uma das empresas mais tradicionais e de maior porte na América Latina nesse segmento. Pioneira em certificações de qualidade (ex.: ISO 9001), oferece soluções duráveis e reutilizáveis para logística e acondicionamento de produtos variados.
- Spiltag, Há mais de 30 anos no mercado, é referência em embalagens PET para o setor de HPPC (Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), combinando inovação em design, alta qualidade e agilidade no atendimento a grandes marcas.
- Splack S.A., Especialista em soluções dessecantes e embalagens de controle de umidade, atendendo indústrias farmacêutica, alimentícia e outras. Líder nacional em qualidade de embalagens dessecantes, a Splack fornece sílica gel e embalagens especiais para proteger produtos sensíveis contra umidade durante armazenamento e transporte.
- Valgroup, Uma das maiores fabricantes e recicladoras de plásticos do mundo, com amplo portfólio que abrange resinas, embalagens rígidas e flexíveis. A empresa é reconhecida pelo compromisso com inovação e com a economia circular, investindo fortemente em tecnologias de reciclagem e em soluções sustentáveis.
- Videplast, Importante indústria brasileira de embalagens flexíveis, atendendo a diversos setores (alimentício, agronegócio, etc.) com filmes técnicos e laminados. Foca em sustentabilidade, adotando materiais recicláveis e processos eficientes, o que a torna uma das líderes nacionais em seu segmento.
- Wyda, Líder latino-americana em embalagens descartáveis de alumínio, também produz linhas em plástico e papel. Com mais de 30 anos de atuação, fornece soluções confiáveis e inovadoras para uso doméstico, food service e industrial. Destaca-se pela versatilidade de produtos, de folhas e bandejas de alumínio a filmes plásticos, sempre com foco em praticidade e sustentabilidade.
- Zaraplast S/A, Maior empresa de embalagens flexíveis da América Latina, atua há décadas com forte presença internacional. Fabrica embalagens plásticas industriais e de consumo (sacos industriais, stand-up pouches, filmes especiais), investindo continuamente em tecnologia de ponta e ampliando sua capacidade produtiva para atender mercados globais.
Essa variedade de empresas demonstra a diversidade e força competitiva da indústria brasileira de transformação plástica. No estande coletivo do Think Plastic Brazil exibimos desde materiais para embalagem primária (p. ex. bisnagas, frascos PET) até soluções de embalagem secundária e logística (chapas corrugadas, filmes stretch, etc.), evidenciando a capacidade do Brasil de suprir toda a cadeia de valor do packaging. Vale notar que, em 2025, uma das participantes, a Splack S.A., optou por um estande individual próprio, estratégia que reforça a confiança da empresa em maximizar sua visibilidade durante o evento. Em conjunto, as empresas apresentam inovações alinhadas às demandas globais, como novos materiais sustentáveis, embalagens com maior desempenho técnico, designs otimizados e soluções sob medida para clientes internacionais.
Mundo Agro: Quais são os principais diferenciais e inovações da indústria de transformação de plástico no Brasil atualmente e tendências de embalagens ou soluções sustentáveis apresentadas pelos expositores brasileiros?
Carlos Moreira: A indústria global de transformação do plástico atravessa um momento de rápida evolução, pautado por sustentabilidade, inovação tecnológica e transição para a economia circular. A seguir, destacamos as principais tendências globais que contextualizam a participação brasileira na Pack Expo:
- Soluções sustentáveis e redução do impacto ambiental: Fabricantes de embalagens em todo o mundo estão adotando medidas para tornar seus produtos mais ecológicos, atendendo tanto às exigências regulatórias quanto às expectativas dos consumidores. Observa-se um forte incremento no uso de materiais reciclados (resinas pós-consumo) na produção de novas embalagens, bem como esforços para reduzir a quantidade de matéria-prima empregada sem comprometer a funcionalidade. Projetos de eco-design estão redesenhando embalagens para diminuir peso e espessura, por exemplo, paredes de potes mais finas ou filmes mais delgados, mantendo ainda assim a proteção do produto. Além disso, cresce a utilização de polímeros biodegradáveis e de fontes renováveis (bioplásticos), bem como soluções como BioFilms para substituir plásticos convencionais em determinadas aplicações. Essa busca por sustentabilidade permeia toda a cadeia: fornecedores de máquinas e equipamentos (OEMs) também inovam, desenvolvendo tecnologias que minimizam desperdícios no processo produtivo e são compatíveis com materiais ambientalmente amigáveis. A conscientização setorial de que a embalagem é essencial (protege alimentos, medicamentos e bens de consumo) vem acompanhada do entendimento de que limitar seu impacto ambiental é uma responsabilidade compartilhada por fabricantes, consumidores e governos. Programas como o Pack Expo Green exemplificam essa tendência, destacando em feiras os expositores que oferecem inovações sustentáveis (embalagens biodegradáveis, materiais recicláveis, tecnologias que reduzem a pegada de carbono etc.).
- Economia circular e reciclagem avançada: A transição para um modelo circular, em que plásticos são reutilizados, reciclados ou compostados ao fim de sua vida útil, em vez de descartados, é hoje prioridade nas agendas globais, especialmente na Europa. A União Europeia, por exemplo, caminha para implementar a Packaging and Packaging Waste Regulation (PPWR), que entre outras medidas exigirá que todas as embalagens sejam desenhadas para reciclagem até 2030. Metas ambiciosas como atingir 55% de reciclagem das embalagens plásticas até 2025 já mobilizam investimentos em infraestrutura de coleta e reciclagem em diversos países. No âmbito industrial, isso se traduz no desenvolvimento de resinas com conteúdo reciclado (rPET, rPEAD etc.) e em iniciativas de logística reversa para recuperação de materiais pós-consumo. Tecnologias de reciclagem avançada também ganham destaque, como a reciclagem química, capaz de converter resíduos plásticos mistos ou contaminados de volta em matérias-primas virgens. Diferentemente da reciclagem mecânica tradicional, a reciclagem química permite reinserir plásticos de difícil reciclagem (multi-camadas, contaminados, filmes metalizados, etc.) na cadeia produtiva, viabilizando seu uso em aplicações de alta exigência (inclusive contato alimentar e médico). Outra vertente da circularidade é a expansão de modelos de reuso e refil: embalagens retornáveis ou refiláveis vêm sendo testadas por grandes marcas, embora ainda representem apenas cerca de 4% do mercado global de embalagens. A expectativa é de crescimento desse nicho (estimam-se vendas globais de US$ 53 bilhões em embalagens reutilizáveis até 2027), mas obstáculos como logística de retorno e hábitos de consumo indicam que reutilizáveis complementarão, mas não substituirão totalmente, as embalagens descartáveis nos próximos anos. De todo modo, fica claro que governos e sociedade civil pressionam por soluções de ciclo fechado, e a indústria responde combinando inovação em materiais, melhoria de processos de reciclagem e participação em coalizões para implementação de políticas de economia circular.
- Inovação em embalagens flexíveis e materiais de alta performance: As embalagens flexíveis (filmes, laminados, sachês, bags etc.) constituem um dos segmentos de embalagem de maior crescimento global, dada sua leveza e eficiência. Projeções indicam que a demanda por flexíveis crescerá mais rápido que a de outras formas de embalagem nas próximas décadas, impulsionada por setores como alimentos e e-commerce que buscam reduzir custos de transporte e emissões (devido ao menor peso dos filmes em comparação a vidro ou metal, por exemplo). Dentro desse contexto, há um intenso esforço de P&D para aprimorar a sustentabilidade das embalagens flexíveis sem perder desempenho técnico. Tradicionalmente, embalagens flexíveis de alta barreira utilizam múltiplas camadas (multilayer) de diferentes polímeros (PE, PP, PET, PA, EVOH etc.), conferindo proteção superior porém dificultando a reciclagem. A tendência agora é migrar de estruturas complexas para estruturas mono-material, ou seja, embalagens feitas predominantemente de um único tipo de polímero, facilitando sua reciclagem. Uma das principais previsões para 2025 é justamente a substituição de substratos multicamadas de origem fóssil por alternativas mono-matérias, seja biofilmes de base biológica, seja combinações de papel/cartão com coating especial que ofertem propriedades de barreira similares às do plástico tradicional. Por exemplo, já existem sacos flexíveis de papel com tratamento que lhes confere resistência à umidade e oxigênio, aptos a substituir certas embalagens plásticas sem prejudicar a vida útil do alimento. Igualmente, bandejas de papel cartão revestidas com filme bio-based começam a surgir para substituir bandejas plásticas em algumas aplicações. Entretanto, alcançar a mesma performance dos plásticos convencionais com materiais novos é um desafio técnico significativo, como apontam especialistas, a indústria levou mais de 40 anos para otimizar polímeros fósseis como PE, PP e PET, e levará tempo até que biopolímeros ou compósitos avançados atinjam o mesmo nível de propriedades (barreira, soldabilidade, resistência mecânica etc.). Isso motiva o desenvolvimento de tecnologias de alta performance, incluindo aditivos especiais, nano-revestimentos e camadas ultrafinas, que melhorem as características dos materiais sustentáveis. Ao mesmo tempo, mesmo as embalagens atuais vêm recebendo melhorias: há filmes plásticos tradicionais sendo reformulados para serem 100% recicláveis, substituindo camadas não compatíveis (p.ex. eliminando alumínio ou PVC de certas estruturas). Outro foco de inovação de alta performance é na compatibilização entre proteção do produto e reciclabilidade, por exemplo, remover ou substituir camadas internas que prejudicam a reciclagem, sem comprometer a segurança alimentar. Em síntese, a vanguarda da indústria de embalagens flexíveis está em criar materiais e soluções que entreguem alto desempenho funcional (proteção, conveniência, impressão de qualidade) aliado à sustentabilidade, seja via novos polímeros verdes, seja via redesign inteligente de estruturas existentes.
As tendências acima, sustentabilidade, circularidade e inovação técnica, caminham juntas e moldam o ambiente em que o Think Plastic Brazil atua. Fontes internacionais confiáveis confirmam esse direcionamento: associações setoriais como a PlasticsEurope vislumbram um futuro em que “os plásticos sejam circulares e com emissões net-zero até 2050”, reforçando a necessidade de transformação da cadeia produtiva. Da mesma forma, estudos de mercado e órgãos como a AMERIPEN (dos EUA) apontam que a convergência entre crescimento da demanda e exigências de sustentabilidade exige uma nova abordagem estratégica da indústria, com colaboração entre produtores, brand owners e governos para viabilizar inovações e atender às novas legislações. Para o Brasil, acompanhar essas tendências globais é crucial: significa antecipar requisitos de exportação, garantir que nossas empresas ofereçam o que há de mais moderno (seja um filme reciclável de alta barreira ou um contentor retornável inteligente) e, assim, conquistar diferenciação competitiva nos mercados externos.
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