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Calor intenso eleva riscos sanitários e exige reforço da biosseguridade na avicultura

Altas temperaturas reforçam a importância do manejo, da ambiência e da vacinação durante período

Mundo Agro|Fabi GennariniOpens in new window

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Verão eleva riscos sanitários na avicultura Foto cedida: Zoetis

Durante o verão, incubatórios e granjas enfrentam um cenário de maior risco sanitário. As condições ambientais típicas do período favorecem a sobrevivência e a disseminação de agentes patogênicos, além de intensificarem o estresse térmico das aves, o que pode comprometer o desempenho produtivo e o bem-estar animal.

Nesse contexto, a biosseguridade deixa de ser apenas um protocolo preventivo e assume papel central na proteção dos plantéis. Medidas como o controle rigoroso de acesso de pessoas e veículos, a higienização de equipamentos, o uso adequado de vestimentas e os protocolos de limpeza e desinfecção tornam-se ainda mais relevantes nos meses mais quentes.

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Além disso, fatores relacionados ao manejo e à ambiência — como ventilação eficiente, controle de temperatura e umidade e qualidade da água fornecida às aves — impactam diretamente a resposta imunológica dos lotes.

Eduardo Muniz, gerente técnico de aves da Zoetis Foto cedida: Zoetis

“A biosseguridade robusta é uma linha de defesa contínua que protege os animais e garante a estabilidade produtiva em todas as estações do ano, especialmente no verão, quando os desafios ambientais são mais intensos”, disse Eduardo Muniz, gerente técnico de aves da Zoetis.

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Nos incubatórios, onde as primeiras horas de vida das aves são determinantes para o desempenho ao longo do ciclo produtivo, o controle ambiental e os protocolos sanitários ganham ainda mais importância. A antecipação da proteção imunológica surge como estratégia fundamental para reduzir a janela de vulnerabilidade dos pintinhos em períodos de maior pressão sanitária.

Tecnologias como a vacinação in ovo contribuem para esse fortalecimento sanitário ao promover uma imunização precoce e uniforme dos lotes. Sistemas automatizados de aplicação de vacinas ainda no incubatório ajudam a reduzir riscos nas primeiras semanas de vida das aves e a tornar os programas de prevenção mais eficientes.

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“A combinação entre biosseguridade rigorosa, manejo adequado, monitoramento constante e programas de vacinação bem estruturados é essencial para atravessar o verão com mais segurança sanitária e melhor desempenho produtivo”, reforçou Muniz.

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