Chris Morais preserva o legado da égua Ratina Z, chamada de ‘égua do século’
Em Barretos, campeã brasileira de hipismo compartilha histórias de superação e fé
RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Brilhoso, Stakki, Mega Ratina TW, Aeronic.. da raça Brasileiro de Hipismo, e uma mulher que vive a conexão entre corpo, mente, cavalos e fé.
Chris Morais, engenheira civil, pecuarista e produtora rural, também foi campeã brasileira de hipismo. Sua paixão por cavalos começou ainda na barriga da mãe.

Já era fim de tarde quando a equipe de colaboradores do Aerorancho, em Barretos (SP), saiu para buscar três de seus cavalos que estavam no pasto. Entre o cheiro de mato e um gole de café, Brilhoso, Stakki e Ratina esbanjam beleza e uma elegância sem fim.

Ali conheci todos. Mas foi com o Brilhoso que senti algo raro: uma troca silenciosa, impossível de explicar.
A história de Chris com os cavalos começou cedo. Vieram as primeiras competições, os títulos nacionais, as participações em provas internacionais. Mas também vieram pausas, dores e recomeços.

Quando jovem, Chris sofreu um grave acidente com um cavalo. Recuperou-se e voltou. Está aí, firme. Montou uma pista técnica para treinar seus animais na fazenda e tem sob seus cuidados uma égua que é neta do clone da lendária Ratina Z, ícone do hipismo olímpico. Sim... é a Mega Ratina TW. E sabe como ela foi parar em Barretos?
“Não fui eu que fui atrás. Foi Deus que mandou”, contou Chris. Quando conversou com o criador e antigo proprietário e com um amigo em comum eles reconheceram: “Essa égua tem que ser sua”, relembrou.
E foi a Ratina quem a ajudou em outro momento difícil. Após uma cirurgia delicada, Chris atribui sua recuperação ao repouso e à força que recebia dos cavalos. “Foram 68 dias de repouso integral. A Ratina me dava força. Minha mãe dizia que ela estava me curando”, lembrou.
Hoje, ela treina Brilhoso e Stakki - cavalos com genética de campeões olímpicos - para competir em provas de adestramento no alto nível, como o Prix St. George e Inter I e II. Mas deixa claro: “Não crio para vender. É meu esporte e hobby. Que levo muito a sério.”
E nesse vídeo você confere essa relação que a Chris tem com seus cavalos.
A rotina é intensa e exige mais do que técnica. “Faço pilates, medito, oro. A performance vem do equilíbrio físico e emocional. Cavalos sentem a sua energia”, explicou.
Cavalos, fé, disciplina e coragem. A história de Chris Morais é uma mistura rara de paixão e propósito - e talvez por isso o Brilhoso tenha me olhado daquele jeito. Ele sabia que, ali, mais do que palavras, havia verdade.
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