Entre olarias e estradas do interior, SUV híbrido mostra versatilidade
Veículo alia economia de combustível, tecnologia e versatilidade para rotinas que transitam entre campo e cidade

Os modelos híbridos conquistam cada vez mais espaço nas estradas brasileiras — inclusive nas de terra.
A combinação entre motor a combustão e propulsão elétrica oferece eficiência energética, conforto e confiabilidade, características valorizadas por quem divide a rotina entre propriedades rurais, cidades e centros de distribuição.
O portal Mundo Agro testou o Toyota Corolla Cross Hybrid. Em trajetos urbanos ou de baixa velocidade, o motor elétrico assume maior protagonismo, reduzindo o consumo de combustível e também as emissões.

O equilíbrio entre desempenho e economia torna o modelo especialmente interessante para quem busca reduzir custos operacionais sem abrir mão de conforto e tecnologia. O espaço interno, a versatilidade do porta-malas e o teto solar também chamam a atenção — assim como a sensação de contribuir, ainda que em pequena escala, para a redução das emissões.
Durante o teste, o Corolla Cross rodou com desenvoltura sob o céu azul do interior paulista, durante visita a olarias da Região Metropolitana de Sorocaba. A região concentra cerca de 100 olarias e cerâmicas vermelhas, resultado do eixo formado por Tatuí, Sorocaba e Itu, considerado um polo tradicional do setor, com forte produção de tijolos, blocos e telhas destinados à construção civil.

A disponibilidade de argila ajuda a explicar essa concentração. Não é raro encontrar, na Rodovia Castello Branco — principalmente no sentido da capital — caminhões carregados de tijolos durante a madrugada. O destino quase sempre é São Paulo e a região metropolitana, onde esses materiais serão utilizados em obras da construção civil.
Outro elemento característico da paisagem local são as altas torres das olarias. Ao avistar uma delas na estrada, já se sabe: há uma olaria em funcionamento por perto.

O setor de cerâmica vermelha no Brasil reúne 5.578 empresas entre cerâmicas e olarias, segundo dados do Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) de 2021. De acordo com a Associação Nacional da Indústria Cerâmica, a produção anual é expressiva: 1.992.214 mil telhas cerâmicas, 4.820.823 mil blocos cerâmicos e 160.635 toneladas de outros acessórios cerâmicos, totalizando 6.813.037 mil unidades de blocos e telhas por ano. Os números demonstram a relevância econômica do setor para a construção civil e para a indústria brasileira.
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