Gestão sustentável transforma resíduos em economia milionária
Adoção de energia limpa e reciclagem total dos resíduos impulsionam eficiência ambiental na indústria calçadista

A busca por uma produção mais limpa e eficiente vem rendendo resultados expressivos para uma das maiores indústrias calçadistas do país.
Em 2024, o Grupo Ramarim alcançou uma economia de aproximadamente R$ 20 milhões com a adoção de boas práticas ambientais e recebeu novamente o selo Diamante do Programa Origem Sustentável, certificação máxima do setor.
Atualmente, 100% dos resíduos gerados são reciclados ou reaproveitados — sendo 52% transformados em energia e 48% reutilizados no processo produtivo. As sobras viram novos componentes, como palmilhas, solados, saltos e couraças, por meio de processos internos ou em parceria com empresas de logística reversa.
A empresa também possui certificação de consumo de energia proveniente de fontes renováveis e monitora constantemente a redução das emissões de gases de efeito estufa e compostos orgânicos voláteis.
“O certificado deu uma nova visão para o grupo e para os colaboradores enxergarem a gestão e a sustentabilidade como um todo. Este ano mostramos a importância de preservar a natureza, esse bem tão valioso, mas que sofre sérios riscos e vem diminuindo a cada dia”, destacou Rodrigo de Oliveira, diretor de Inovação e Tecnologia.

Em setembro, a empresa distribuiu cerca de 800 mudas de árvores frutíferas e ervas — como bergamota-ponkan, laranja-do-céu, poejo, alecrim e manjericão.
“Esclarecer a população sobre a importância da preservação e do plantio de árvores traz muitos benefícios diretos e indiretos, como o controle do clima, da poluição e a manutenção de nascentes e lagos, fundamentais para o abastecimento das cidades”, completou Oliveira.
Além dessas ações, o grupo mantém um Programa de Educação Ambiental voltado à conscientização dos colaboradores e desenvolve projetos com fornecedores e parceiros para o reaproveitamento de resíduos e fortalecimento da economia circular.
Entre as metas até 2027 estão compensar 100% das emissões de CO₂ e utilizar exclusivamente água da chuva nas operações. “Estamos propondo meios que harmonizem o progresso econômico com o ambiental, social e cultural. Assim garantimos um desenvolvimento realmente sustentável”, finalizou Oliveira.
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