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Projeto Reflora avança com universidades parceiras e espécies definidas para recuperação da flora gaúcha

Treinamento prático para coleta de material genético é a próxima etapa do programa que visa produzir 6 mil mudas nativas com tecnologia de enxertia

Mundo Agro|Fabi GennariniOpens in new window

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Reflora define universidades e espécies para recuperação da flora gaúcha Foto cedida: Cassiane Osório/Ascom Seapi

O Projeto Reflora, iniciativa lançada em março pelo governo do Rio Grande do Sul, já definiu as quatro universidades parceiras e as mais de 30 espécies nativas que serão trabalhadas para recuperar a flora do Estado afetada pelas enchentes recentes.

A próxima etapa do projeto, que tem duração de três anos, será o treinamento prático das equipes das universidades para a coleta de material genético, fundamental para a produção das mudas.


RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Projeto Reflora visa recuperar a flora gaúcha afetada por enchentes.
  • Quatro universidades parceiras e mais de 30 espécies nativas foram definidas para a recuperação.
  • A próxima etapa envolve treinamento prático para coleta de material genético das plantas.
  • O investimento total do projeto é de aproximadamente R$ 5,21 milhões.

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As instituições gaúchas que integram a parceria são a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC). Além disso, a Universidade Federal de Viçosa (UFV), de Minas Gerais, também participa, junto com parceiros como a CMPC e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii).

O projeto prevê a produção mínima de 6 mil mudas utilizando tecnologia avançada de resgate de DNA e indução de florescimento precoce por meio da técnica de enxertia. Essas mudas ajudarão a recuperar as áreas impactadas nas regiões dos biomas Pampa e Mata Atlântica.


“Já alinhamos com as universidades as espécies nativas dos biomas que vamos trabalhar e agora em agosto iniciaremos o treinamento teórico e prático das equipes para coleta de DNA em campo, enxertia e florescimento,” disse Jackson Brilhantes, coordenador do projeto pela Seapi.

O investimento total do Reflora é de cerca de R$ 5,21 milhões, com recursos da CMPC (R$ 2,86 milhões) e da Embrapii (R$ 2,34 milhões), aplicados em estruturas físicas, fertirrigação, serviços terceirizados de coleta de propágulos, insumos e bolsas de pesquisa.


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