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Um dia com Quarfiraiza, a égua de tranças, e a paixão pela vida no campo

Gabriel Pereira, futuro veterinário, mostra como o amor pelos cavalos transforma a rotina e inspira histórias de afeto e tradição

Mundo Agro|Fabi GennariniOpens in new window

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Quarfiraiza, a jovem égua Mangalarga Marchador do Gabriel Foto: Arquivo pessoal

Quarfiraiza é o nome de uma jovem égua da raça Mangalarga Marchador. Sua pelagem chama atenção: uma mistura de branco, cinza e preto. Ela exibia um “rabo do cavalo com tranças”, uma prática tradicional bastante comum entre criadores da raça. As tranças ajudam a proteger a cauda do cavalo durante passeios, treinamentos ou competições, evitando embaraços e danos ao pelo.

Ela estava solta numa área da propriedade, assim como outros animais. Seu dono, o estudante de veterinária Gabriel Pereira, 24 anos, filho de Moizés Pereira, dono da cocheira, estava em outro local mexendo num ponteiro para cravo de ferradura — ferramenta usada na ferragem de cavalos para a colocação dos cravos, pequenos pregos que fixam a ferradura ao casco do animal.


RESUMO DA NOTÍCIA

  • Quarfiraiza é uma égua Mangalarga Marchador com pelagem distinta e tranças para proteção.
  • Gabriel Pereira, estudante de veterinária, cuida da égua e se prepara para atuar na ortopedia de equinos.
  • Ele expressa amor pela vida no campo, preferindo-a à cidade e se dedicando ao bem-estar dos cavalos.
  • O passeio a cavalo com Gabriel e Quarfiraiza proporcionou uma experiência marcante e inspiradora.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A ferradura é importante para o cavalo. “Ela ajuda no desempenho, porque muitos cascos são deformados. Com a ferradura, você consegue dar o apoio necessário. Para o cavalo de passeio, é como se fosse um sapato”, explicou Gabriel.

Gabriel Pereira, 24 anos, estudante de Veterinária e filho do Moizés Foto: Arquivo pessoal

Gabriel é um dos quatro filhos de Moizés. Está no último ano da faculdade e pretende trabalhar na área de ortopedia de equinos. Frequentemente visita a cocheira e, quando perguntei se gostava mais da vida no campo ou na cidade, respondeu: “Mil vezes aqui. É uma riqueza. Hoje em dia, não troco isso aqui por nada.”


Ele tem um brilho nos olhos que encanta, um sorriso contagiante e uma generosidade sem igual. Contou sobre um garoto que o pai levou para andar a cavalo naquele mesmo dia: “Eu andei com ele durante uma hora e ele ficou maravilhado”, comentou.

Gabriel preparando a égua para um passeio Foto: Arquivo pessoal

Aproveitei para perguntar se ele me levaria para montar um dos cavalos da cocheira. Sem hesitar, pegou a égua de nome diferente e complicado de pronunciar, Quarfiraiza, e começou a preparar a sela. Perguntei quem escolheu o nome e qual sua origem. “É o nome do documento. Quando comprei, ela já veio assim”, explicou.


Tudo pronto, partimos para um passeio do jeito que eu gosto.

No final, apelidei a égua de “Quaqua”, mais fácil para agradecer a troca maravilhosa que tivemos. Entrei na Hilux SW4 SRX e sai com a certeza de que um dia eu voltarei.


A expedição desta vez foi com a Hilux SW4 SRX Foto: Arquivo pessoal

Na verdade, a famosa frase “Não sei se caso ou compro uma bicicleta” passou a ser usada por mim assim: “Não sei se caso ou se compro um cavalo.”

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