Rio confirma casos de gripe aviária em aves do BioParque
Estado monitora situação para proteger animais, funcionários e visitantes, enquanto adotam ações preventivas contra a disseminação do vírus

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio confirmou a contaminação de aves do BioParque pelo vírus da influenza aviária.
Segundo a Superintendência de Defesa Agropecuária Estadual, a doença infectou galinhas-d’Angola. Técnicos já adotaram todas as medidas necessárias para controlar e prevenir a disseminação do vírus.
“A confirmação do caso reforça a importância do trabalho permanente da equipe de Defesa Agropecuária na vigilância ativa e na resposta imediata. Garantir a segurança sanitária e reforçar as medidas de prevenção são pontos-chave. Seguimos trabalhando com responsabilidade e em total alinhamento com os órgãos federais para proteger a saúde animal e humana”, afirmou o secretário de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento do Rio de Janeiro, Dr. Flávio Ferreira.
A Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) monitora os funcionários do BioParque que tiveram contato com as aves infectadas.
“No momento, a SES-RJ, em parceria com as secretarias municipais de saúde, monitora 15 pessoas expostas ao contato com essas aves. O monitoramento iniciou no dia 17 de julho, pelo plantão do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), com a identificação dos locais de residência para repasse às respectivas vigilâncias municipais. Essas pessoas serão acompanhadas durante dez dias”, explicou Silvia Carvalho, superintendente de Emergências em Saúde Pública da SES-RJ.
Casos de transmissão do vírus H5N1 para humanos são raros. A gripe aviária não é transmitida pelo consumo de carne ou ovos, mas a rápida detecção e contenção são fundamentais para proteger a saúde animal, humana e a economia do setor.
“A Defesa Agropecuária, autoridade responsável pela definição das medidas sanitárias, está atuando em conjunto com técnicos do Ministério da Agricultura, da Secretaria de Estado de Saúde e do BioParque para definir ações relacionadas à preservação da saúde das aves no local e à segurança dos visitantes, possibilitando, em breve, o retorno da visitação com restrição de áreas de acesso ao público”, ressaltou Paulo Henrique Moraes, superintendente de Defesa Agropecuária.
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