Logo R7.com
RecordPlus

Serra Gaúcha inicia mobilização pela Indicação Geográfica do Queijo Colonial

Seminário marcou o início do processo de valorização territorial e patrimonial do queijo tradicional da região

Mundo Agro|Fabi GennariniOpens in new window

  • Google News

RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Serra Gaúcha iniciou a mobilização pela Indicação Geográfica do Queijo Colonial.
  • A IG é um reconhecimento que valoriza produtos originários de regiões específicas.
  • Durante seminário, produtores e especialistas discutiram os benefícios e desafios da certificação.
  • Um trabalho coletivo é crucial para garantir a durabilidade e benefícios da IG.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Seminário marca início da mobilização pela IG do Queijo Colonial da Serra Gaúcha Foto cedida: Rejane Paludo/Ascom Emater/RS

A Indicação Geográfica (IG) é um reconhecimento oficial que identifica produtos originários de uma região específica, cujas qualidades, características ou reputação se devem à sua origem territorial.

No Brasil, a IG é regulamentada pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e se divide em duas categorias principais: Indicação de Procedência (IP) e Denominação de Origem Protegida (DOP).


Atualmente, o Brasil conta com 139 IGs registradas, sendo 16 no Rio Grande do Sul, entre elas, experiências consolidadas, como a do Vale dos Vinhedos, com os vinhos, e o Queijo Artesanal Serrano.

Evento em Carlos Barbosa reúne instituições e produtores para discutir valorização territorial Foto cedida: Rejane Paludo/Ascom Emater/RS

“O processo de IG é muito mais que um certificado, é uma estratégia para valorizar produtos, pessoas e regiões, além de impulsionar o turismo local”, destacou Danilo Gomes, médico veterinário da Seapi e coordenador do projeto de pesquisa da IG do Queijo Colonial.


A valorização do Queijo Colonial da Serra Gaúcha como IG começou a ser debatida. Durante um seminário promovido pela Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Emater/RS-Ascar e Sebrae, com apoio da AGL e Cooperativa Santa Clara, os produtores, pesquisadores e agentes do setor discutiram sobre os benefícios e desafios da Indicação Geográfica (IG).

“Não basta cumprir as exigências do Ministério da Agricultura para obter a certificação, é preciso um trabalho coletivo e contínuo para garantir que a IG seja duradoura e gere benefícios reais”, afirmou Orlando Junior Kramer Velho, gerente regional adjunto da Emater/RS-Ascar em Caxias do Sul.


Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.