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Variedade de produtos e preços aquece o consumo de chocolate na Páscoa

Cacau Show amplia produção e lança novos produtos

Mundo Agro|Fabi GennariniOpens in new window

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Cacau Show projeta crescimento de 13% Foto: Arquivo pessoal

A Páscoa segue como o principal período do ano para o setor de chocolates no Brasil, e a Cacau Show projeta crescimento de 13% na produção em relação a 2024.

Apenas na linha de ovos de Páscoa, a empresa deve fabricar mais de 25 milhões de unidades. “É o principal momento de consumo de chocolate no Brasil”, afirma Alê Costa, CEO da companhia.


Alê Costa, CEO da Cacau Show, durante a abertura do salão de páscoa 2026 Foto: Arquivo pessoal

Para atender à demanda, a empresa realizou 10.500 contratações temporárias, distribuídas entre indústrias, lojas e fazendas de cacau. Segundo o executivo, o cenário econômico mais favorável já começa a se refletir no consumo, impulsionado, entre outros fatores, pela redução de impostos para trabalhadores com renda de até R$ 5 mil.


Mesmo com a forte alta no preço do cacau nos últimos anos, a companhia conseguiu manter preços acessíveis graças aos investimentos em tecnologia e ganhos de eficiência industrial, com destaque para a fábrica de Linhares (ES). “Isso nos permitiu garantir uma Páscoa democrática para todos os brasileiros”, diz Costa.

Neste ano, a empresa lança 75 produtos de Páscoa, sendo mais de 40 novidades, com preços a partir de R$ 9,99 e opções acima de R$ 200, além de ampliar a aposta em produtos com presentes e licenciamentos.


Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), o Brasil produziu 806 mil toneladas de chocolate em 2025, levemente acima das 805 mil toneladas registradas em 2024.

Indústria projeta crescimento, amplia contratações e aposta em eficiência para manter preços Foto: Arquivo pessoal

A expectativa da indústria é de crescimento da produção nos próximos ciclos, impulsionada pela normalização da oferta global de cacau. Os dois maiores produtores mundiais — Gana e Costa do Marfim — regularizaram seus volumes comercializados após um período de instabilidade. Em 2022, o fenômeno climático El Niño provocou uma queda superior a 500 mil toneladas na produção global do fruto.


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