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Chefe do escritório da Interpol no Brasil vira adido na Colômbia

O delegado Fábio Mertens vai para Colômbia e o delegado Bruno Samezima assume o escritório da Interpol

Natália Martins|Natália MartinsOpens in new window

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Fábio Mertens ao lado do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil - 15.05.2025

Após três anos à frente da CGPOL (Coordenação Geral de Cooperação policial da Polícia Federal), que abarca a chefia do escritório da Interpol no Brasil, o delegado Federal Fábio Mertens deixa o cargo para assumir a vaga de adido policial na Colômbia.

Mertens negociou em casos importantes de cooperação policial, como na vinda para o presídio no Brasil do traficante Tuta, braço direito de Marcola, preso na Bolívia. Também atuou no caso da deputada federal Carla Zambelli, presa na Itália.


O delegado Federal Bruno Eduardo Samezima assume a CGPOL. Ele é muito bem-visto pelos colegas. Considerado um delegado experiente, atuou em alguns casos relevantes, como a prisão do mafioso italiano Roco Morabito, que estava morando no Brasil com identidade falsa. Samezima também já atuou na sede da Interpol, em Lyon (França), por três anos. Voltou ano passado, onde atua até então diretoria de cooperação internacional, em Brasília. Agora promovido a chefe do setor.

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