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Lewandowski entrega carta de demissão a Lula

Exoneração sai no Diário oficial amanhã

Natália Martins|Natália MartinsOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ricardo Lewandowski entregou sua carta de demissão ao presidente Lula, formalizando sua saída do cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública.
  • A exoneração de Lewandowski será publicada no Diário Oficial amanhã, e sua saída representa um movimento significativo dentro do ministério.
  • A discussão sobre a divisão da pasta em Segurança Pública e Justiça foi reativada, com nomes como Rodrigo Pacheco sendo cogitados, mas ainda sem definições claras.
  • Manoel Carlos, atual secretário-executivo, deve assumir interinamente até que um novo ministro seja nomeado por Lula.

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski Pedro França/Agência Senado - Arquivo

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, publicou sua carta de demissão na segunda-feira (5) no sistema SEI - sistema interno do governo. Ele deixa o comando da pasta na próxima sexta-feira (9).

A programação para abertura da carta, que constava como sigilosa, era para hoje. Mas foi logo no início do dia que Lewandowski entregou em mãos ao presidente Lula o envelope com seu agradecimento e as justificativas de sua saída.


Com ele, sai o núcleo duro do ministério, que esperava poder entregar mais, mesmo com cortes severos no orçamento.

Com a decisão, é retomada a discussão sobre a divisão da pasta em Segurança Pública e da Justiça.


O nome mais esperado por Lula, como estratégia de apoio no Senado, é o do senador Rodrigo Pacheco, mas, pelo menos por enquanto, Pacheco parece resistente ao cargo.

Outros nomes citados internamente são do diretor Geral da PF, Andrei Rodrigues, e do ex-ministro Wellington César Lima e Silva.


Em novembro, uma grande reunião entre o presidente Lula, a alta cúpula do Ministério da Justiça e Segurança Pública e Casa civil discutiu os ganhos políticos de uma divisão.

Ancorada pelo ministro Rui Costa, a decisão naquele momento foi de que a divisão poderia esperar o momento pré-eleição e ficar para o futuro. A falta de tempo e de orçamento pesaram e a promessa da divisão pode permanecer para um eventual próximo mandato.


Por enquanto, resta a dúvida de quem fica à frente do MJSP até uma nomeação pelo presidente. Manoel Carlos, secretário-executivo, deve ficar na pasta pelo menos até a próxima semana.

A exoneração de Lewandowski sai amanhã no diário oficial.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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