Ministro da Justiça deve anunciar novo nome para secretário nacional da Segurança Pública esta semana
Wellington Lima e Silva se reuniu na terça (20) com indicado pelo Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública, Chico Lucas

O novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima e Silva, se reuniu no Palácio da Justiça com o secretário de Segurança Pública do Piauí, Chico Lucas (PT).
O nome de Chico tinha sido sugerido ao presidente Lula como novo ministro da Justiça pelo Consesp (Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública), que, nos bastidores, não concordava como nome de Wellington, a quem classificavam como “alguém da Justiça e não da Segurança Pública”.
Na primeira semana como ministro, Wellington fez contato com o Jean Nunes, presidente do Consesp, abriu diálogo e ouviu dele a indicação do nome de Chico para a Secretaria Nacional de Segurança Pública, agora que o presidente decidiu não dividir a pasta este ano.
Além de sinalizar abertura de diálogo com os secretários, que se queixavam dessa falta de contato mais direta quando o ministro era Ricardo Lewandowski, o novo ministro deu outra sinalização nesta terça-feira (20). Recebeu em seu gabinete no Palácio o petista do Piauí.
Sob reserva, autoridades ligadas ao novo ministro afirmaram que ele deve anunciar um nome para os secretários que serão substituídos até sexta-feira.
O nome de Chico, petista e conhecido por ser mão de ferro, é o principal cotado para a Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), hoje ocupada por Mário Sarrubbo.
Conhecido no estado pela mão de ferro, Chico Lucas construiu o projeto-piloto do celular seguro, trabalha com dados e aposta na tecnologia.
No Piauí, derrubou índices de violência, aumentou o número de encarceramento médio anual e ficou conhecido pelo discurso de que “bandido bom é bandido preso”, oposto ao discurso ideológico do partido, mas ao encontro com o que pensa a bancada da segurança pública no Congresso, onde estão dois projetos importantes para o presidente Lula.
Chico tem perfil para unir os estados e apoio no Congresso, e pode se encaixar perfeitamente na campanha para 2027.
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