Saiba o que diz o primeiro laudo do dano da tornozeleira de Bolsonaro
Segundo a perícia, as marcas no equipamento são compatíveis com ferro de soldar
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
O primeiro laudo feito por peritos da Polícia Federal ficou pronto no domingo (23), próximo das 18h, mas ainda não foi divulgado oficialmente. Segundo informações no documento a que o blog teve acesso, as marcas no equipamento de monitoração eletrônica utilizado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro foram produzidas por ferramenta pontiaguda de ferro, ou de aço, com calor contínuo, sendo compatíveis com ferro de soldar.
Bolsonaro afirmou que utilizou um ferro de solda, em um vídeo gravado pela servidora do CIME (Centro Integrado de Monitoração Eletrônica), que realizou a troca do equipamento durante a madrugada antes da prisão do ex-mandatário, mas em depoimento ele também teria afirmado que bateu com a tornozeleira em uma escada.
Agora o equipamento está no Serviço de Perícias em Audiovisual e Eletrônicos do INC (Instituto Nacional de Criminalística) da Polícia Federal, que fará exames relacionados aos sistemas da tornozeleira.
Esse exame deve demorar um pouco mais, mas será menos determinante, porque segundo fontes na PF, o sistema funcionou adequadamente, uma vez que a violação foi alarmada no CIME.
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