A rápida resposta da defesa de Bolsonaro para manter prisão domiciliar do ex-presidente
Em várias outras ocasiões, advogados se manifestaram de última hora, mas estratégia mudou após novo questionamento do STF
Quarta Instância|Gabriela Coelho, do R7, em Brasília, e Clébio Cavagnolle, da RECORD Brasília
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A defesa de Jair Bolsonaro informou, nesta segunda-feira (30), ao STF (Supremo Tribunal Federal) que o ex-presidente não teve ciência prévia da gravação feita pelo filho e ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL).
O ministro Alexandre de Moraes havia dado um prazo de 24 horas para que os advogados apresentassem explicações. Mas o que chamou a atenção foi a rapidez da defesa, que respondeu no mesmo dia.
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Em várias outras ocasiões, os advogados deixaram a manifestação para a última hora. O que mudou agora, porém, foi a estratégia: dar rápidas respostas para preservar a prisão domiciliar de Bolsonaro. A ideia é mantê-lo em casa por mais tempo, inclusive além dos 90 dias fixados por Moraes.
Antes da internação do preso, a defesa havia pedido ao menos cinco vezes o retorno dele para o regime domiciliar, mas teve todos os pedidos negados.
A solicitação de explicações por parte de Moraes se deu após Eduardo Bolsonaro afirmar, em uma conferência de políticos da direita nos Estados Unidos, que enviaria ao pai vídeos dessa participação no evento.
“Vocês sabem por que eu estou fazendo esse vídeo? Porque eu estou mostrando [as imagens] para meu pai”, declarou o ex-parlamentar.
Bolsonaro cumpre prisão domiciliar e está proibido de usar celulares ou qualquer outro item para comunicação externa, diretamente ou por meio de terceiros.
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