Bolsonaro tinha ‘botão do pânico’ para pedir ajuda caso passasse mal na prisão
Segundo Moraes, no dia anterior à internação do ex-presidente, a equipe de saúde atestou sua boa condição física e mental
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O ex-presidente Jair Bolsonaro tinha na prisão um “botão do pânico”, que estava à sua disposição 24 horas por dia. Antes de ser internado, Bolsonaro estava preso na Papudinha, em Brasília.
Na decisão que o mandou para a prisão domiciliar, o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), disse que ele mesmo poderia ter antecipado seu próprio atendimento, caso tivesse acionado mais cedo o botão.
De acordo com o ministro, em um período que compreendeu 56 dias, Bolsonaro recebeu 206 vezes atendimento médico permanente e diário, visitas permanentes sem necessidade de novas autorizações judiciais de sua esposa, filhos, filha e enteada, além de 40 visitas de terceiros, 18 sessões de fisioterapia, 48 sessões de atividades físicas (caminhada) e ampla assistência religiosa.
Segundo Moraes, no dia anterior à internação de Bolsonaro, a equipe de saúde atestou sua boa condição física e mental, tendo indicado a ocorrência de atividade normal, inclusive física com caminhada de 5 km.
Na decisão, Moraes afirmou que essa se trata de uma autorização temporária, com duração de 90 dias, a contar da alta médica. Após esse prazo, a presença dos requisitos necessários para manutenção da prisão domiciliar será reanalisada pelo ministro.
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