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Quarta Instância

Decisões de ministros do STF sobre penduricalhos podem ser recado a Fachin e código de ética

Ideia seria mostrar que viagens, palestras e presença nas mídias sociais não seriam problema diante de pagamentos acima do teto

Quarta Instância|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro Edson Fachin busca apoio na Câmara dos Deputados para discutir um código de ética sobre palestras e viagens.
  • Decisões de ministros do STF suspendem benefícios excessivos a juízes e promovem críticas ao código de ética de Fachin.
  • Essa ação visa deslegitimar a preocupação com viagens e palestras em comparação aos altos valores recebidos por juízes.
  • O tribunal enfrenta crises políticas relacionadas a escândalos no Banco Master e envolvimento de ministros.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ministro Edson Fachin disse nesta semana que juízes devem manter 'comportamento irrepreensível' Rosinei Coutinho/STF - 23.11.25

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, segue isolado na Corte. Desde fevereiro, ele tenta fazer um almoço para falar sobre o código de ética para ministros da Corte, que incluiria a proibição de palestras e viagens.

Recentemente, os ministros Flávio Dino, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes publicaram decisões que suspenderam a “farra dos penduricalhos” — benefícios que ultrapassam o teto constitucional — em pagamentos extras a juízes, promotores e demais servidores públicos.


Interlocutores do tribunal consideram que essas decisões serviram como recados a Fachin contra o código de ética. A ideia seria, por meio delas, mostrar que viagens, palestras e mídias sociais não são problemas comparados ao recebimento de valores muito acima do teto.

O tribunal segue em meio à tempestade política criada pelos escândalos do Banco Master e do INSS, com suposto envolvimento dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.


Em uma aula magna nesta semana, Fachin declarou que juízes devem manter “comportamento irrepreensível na vida pública e privada”. Em outro momento, afirmou que magistrados precisam atuar de modo a preservar a honra, a dignidade e a independência da função.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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