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Mendonça aprova pedido da PF para quebrar sigilos de Lulinha, filho do presidente Lula

Ministro atendeu a um pedido feito pela Polícia Federal e a decisão está sob sigilo

Quarta Instância|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ministro do STF, André Mendonça, autorizou a quebra de sigilo de Lulinha, filho do presidente Lula.
  • A decisão foi tomada a pedido da Polícia Federal e está sob sigilo.
  • A CPMI do INSS também aprovou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Lulinha em meio a investigações sobre irregularidades em benefícios.
  • Lulinha se manifestou tranquilamente sobre a situação, considerando-se alvo de tentativas de desgaste político contra seu pai.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Mendonça aprova quebra de sigilos de Lulinha, filho do presidente Lula Juca Varella/Estadão Conteúdo - 16/02/2008

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça autorizou a quebra de sigilo do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Mendonça atendeu a um pedido feito pela Polícia Federal. A decisão está sob sigilo.


A autorização do ministro ocorreu antes de a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) aprovar, nesta quinta-feira (26), as quebras de sigilo bancário e fiscal de Lulinha, em sessão marcada por bate-boca e troca de socos entre parlamentares.

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A solicitação para acessar dados bancários e fiscais do filho de Lula integra investigação sobre descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.


Na Espanha, Lulinha disse a amigos próximos que acompanha “com tranquilidade” a quebra de sigilos, segundo apurou o blog da Natália Martins.

Ainda de acordo com a avaliação dessas pessoas próximas, Lulinha seria vítima de tentativa de desgaste político para atingir seu pai.


Desvios

O filho do presidente da República teve o nome mencionado em uma das fases da Operação Sem Desconto, que apura o esquema de desvios no INSS. Lulinha teria sido indicado como um dos supostos beneficiários da fraude.

Na CPMI, o requerimento para quebra dos sigilos de Lulinha partiu do relator, o deputado federal Alfredo Gaspar (União-AL), e enfrentou resistência de parlamentares governistas.


O documento afirma que a investigação da CPMI identifica a empresária Roberta Luchsinger como “peça central do núcleo político da organização criminosa liderada por Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como ‘Careca do INSS’”.

Luschsinger teria atuado, segundo o parlamentar, na ocultação de patrimônio e na gestão de contas para lavagem de capitais. Ainda segundo o texto, a empresa dela, a RL Consultoria, recebeu repasses de R$ 1,5 milhão da Brasília Consultoria — suposta empresa fachada do grupo.

Além disso, de acordo com o requerimento, mensagens interceptadas pela PF teriam revelado que, ao ser questionado sobre um pagamento de R$ 300 mil destinado à empresa de Luchsinger, o “Careca do INSS” respondeu que o valor seria para o “filho do rapaz”, uma suposta referência a Lulinha.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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