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Quarta Instância

Michelle vai se reunir com Moraes para falar sobre domiciliar de Bolsonaro

Nesta segunda-feira, PGR enviou ao STF manifestação na qual defende prisão domiciliar ao ex-presidente

Quarta Instância|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Michelle Bolsonaro se reunirá com o ministro Alexandre de Moraes sobre a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.
  • A Procuradoria-Geral da República enviou manifestação ao STF pedindo a prisão domiciliar do ex-presidente.
  • Informações do hospital indicam que Bolsonaro apresenta melhora clínica e está sob monitoramento.
  • O ex-presidente ainda faz tratamento com antibióticos e deve continuar em recuperação por 7 a 14 dias.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Bolsonaro está internado em hospital de Brasília desde 13 de março Ton Molina/STF - 26.03.2025

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro vai se reunir com o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes na tarde desta segunda-feira (23), por volta das 17h. Na pauta: a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.

Mais cedo nesta segunda, a PGR (Procuradoria-Geral da República) enviou ao STF uma manifestação na qual defende a prisão domiciliar para o ex-presidente. Relator do processo, Moraes vai decidir sobre o pedido.


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A PGR considerou estar demonstrado que a saúde de Bolsonaro demanda atenção “constante e atenta”, algo que o ambiente familiar, mas não o sistema prisional, está apto a propiciar.

Nesta semana, o hospital particular em Brasília onde Jair Bolsonaro está internado desde 13 de março informou ao STF que o ex-presidente não apresenta sinais de infecção generalizada nem de instabilidade e que apresenta recuperação progressiva.


Ainda segundo o relatório hospitalar, a situação atual do ex-presidente é de melhora clínica e radiológica da pneumonia, com “estabilidade hemodinâmica”, suspensão do uso de oxigênio, diminuição da sensação de falta de ar, normalização dos biomarcadores inflamatórios e diminuição do quadro de cansaço.

Entretanto, Bolsonaro continua a fazer tratamento com antibióticos e deve permanecer sob monitoramento clínico por um período de sete a 14 dias, a princípio.

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