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Quarta Instância

Torta de climão: Toffoli assiste a ministro aposentado do STF criticar riscos de Judiciário se manchar

A fala ocorreu na entrega de um prêmio sobre condutas jurídicas no STJ

Quarta Instância|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro aposentado Ayres Britto destaca a importância de reputação ilibada para cargos no Judiciário.
  • A fala ocorreu durante a entrega de um prêmio no STJ e causou desconforto em alguns presentes, incluindo Dias Toffoli.
  • Britto enfatiza que a idoneidade moral é essencial, juntamente com notável saber jurídico, para permanência no Supremo e no STJ.
  • Ele lembra sobre um código de ética proposto pelo presidente do STF, Edson Fachin, como crucial para a justiça na jurisdição.

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O ex-ministro do STF Carlos Ayres Britto presidiu a comissão da OAB: relatório tem 24 páginas
Ayres Britto disse que é preciso terreputação ilibada e notável saber jurídico, sem mancha, e acima de qualquer dúvida José Cruz/Agência Brasil

O ministro aposentado do STF (Supremo Tribunal Federal) Ayres Britto afirmou nessa terça-feira (17) que “para certas investiduras em cargos, a Constituição exige reputação ilibada e notável saber jurídico, sem mancha, e acima de qualquer dúvida”.

A fala ocorreu no lançamento de um prêmio sobre condutas jurídicas no STJ (Superior Tribunal de Justiça).


O ministro Dias Toffoli, recentemente apontado no escândalo do Banco Master, estava presente. Quem estava lá disse que houve um certo desconforto.

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“É mais do que idoneidade moral. Para entrar no Supremo e no STJ é preciso manter notável saber jurídico, e com reputação ilibada. São requisitos de permanência. O tempo inteiro. Por isso que o Judiciário fala por último”, disse Ayres Britto.


O ministro aposentado lembrou de uma frase de quando atuava no Supremo. “Uma vez eu disse no Supremo: no poder, todo pudor começa com desnudamento. E começa com a prestação de contas”, disse.

Britto ainda citou o código de ética que o presidente do STF, Edson Fachin, quer publicar.


“Fala em uma boa hora sobre um código de ética. Está certo. Justiça começa de casa e é preciso provar que está a altura da jurisdição”, afirmou.

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