Logo R7.com
RecordPlus
Quarta Instância

Toffoli é mencionado 27 vezes, e Moraes, oito, em relatório final da CPMI do INSS

Documento aponta menções a ministros do STF e pede análise de contratos e relações com investigados

Quarta Instância|Gabriela Coelho e Leonardo Meireles, do R7, em Brasília

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Relatório final da CPMI do INSS destaca 27 citações a Dias Toffoli e 8 a Alexandre de Moraes.
  • Ministros do STF mencionados em contextos de contratos com empresas investigadas.
  • Recomendações ao Senado, PF e MPF para investigar contratos ligados a Viviane Barci de Moraes.
  • Documentos indicam possíveis práticas ilícitas envolvendo o Banco Master e relações com Toffoli.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Alexandre de Moraes e Dias Toffoli são citados nominalmente nas recomendações da CPMI do INSS Antonio Augusto/STF - 25.03.2026

O relatório final da CPMI do INSS, apresentado nesta sexta-feira (27) pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), traz diversas citações a ministros do Supremo Tribunal Federal. Os nomes de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes aparecem ao longo do documento em diferentes contextos.

O ministro Alexandre de Moraes é citado oito vezes. Em grande parte dos trechos, o nome aparece ligado a decisões do STF ou como referência em análises presentes no relatório.


Um dos pontos trata de contratos firmados por empresas investigadas com pessoas próximas a autoridades públicas. E aponta que o Master “teria contratado escritórios de advocacia e consultorias jurídicas, econômico-financeiras e de gestão de pessoas politicamente expostas, como a esposa do Ministro do STF Alexandre de Moraes (R$ 129 milhões em três anos)”.

“A imprensa menciona que esses valores estariam acima do praticado pelo mercado e mascarariam o tráfico de influência política e blindagem institucional”, continua o relatório.


O relatório também apresenta recomendação ao Senado Federal, à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal “que examinem o contrato de honorários advocatícios firmado por Viviane Barci de Moraes, cônjuge do ministro Alexandre de Moraes, com o Banco Master”.

Segundo o documento, o Masteri seria um dos maiores fraudadores de empréstimo consignado para aposentados e pensionistas pagos pelo INSS.


O objetivo da recomendação é “verificar se os elementos disponíveis revelam indícios da prática do crime de tráfico de influência, tendo em vista a posição do ministro como integrante ativo do Supremo Tribunal Federal e a sujeição da instituição contratante à regulação e à jurisdição do Tribunal.”

Toffoli

Já o ministro Dias Toffoli aparece 27 vezes no documento. As menções envolvem informações divulgadas na imprensa e pontos debatidos ao longo da comissão.


“Segundo a imprensa, parentes de Toffoli teriam sido donos do Resort Tayayá no Paraná. Em fevereiro de 2026, ele concordou em se afastar da relatoria do caso no STF, que foi assumida pelo ministro André Mendonça.”

Outro trecho fala das recomendações ao Senado, PF e MPF. “Que examinem o relacionamento entre o ministro Dias Toffoli e Daniel Bueno Vorcaro, presidente do Banco Master [...], verificando se os elementos disponíveis, incluindo os debates havidos nesta Comissão e as notícias veiculadas na imprensa, revelam indícios de práticas ilícitas no contexto das investigações sobre irregularidades em operações de crédito consignado no INSS.”

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.