Toffoli é mencionado 27 vezes, e Moraes, oito, em relatório final da CPMI do INSS
Documento aponta menções a ministros do STF e pede análise de contratos e relações com investigados
Quarta Instância|Gabriela Coelho e Leonardo Meireles, do R7, em Brasília
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O relatório final da CPMI do INSS, apresentado nesta sexta-feira (27) pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), traz diversas citações a ministros do Supremo Tribunal Federal. Os nomes de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes aparecem ao longo do documento em diferentes contextos.
O ministro Alexandre de Moraes é citado oito vezes. Em grande parte dos trechos, o nome aparece ligado a decisões do STF ou como referência em análises presentes no relatório.
Um dos pontos trata de contratos firmados por empresas investigadas com pessoas próximas a autoridades públicas. E aponta que o Master “teria contratado escritórios de advocacia e consultorias jurídicas, econômico-financeiras e de gestão de pessoas politicamente expostas, como a esposa do Ministro do STF Alexandre de Moraes (R$ 129 milhões em três anos)”.
“A imprensa menciona que esses valores estariam acima do praticado pelo mercado e mascarariam o tráfico de influência política e blindagem institucional”, continua o relatório.
O relatório também apresenta recomendação ao Senado Federal, à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal “que examinem o contrato de honorários advocatícios firmado por Viviane Barci de Moraes, cônjuge do ministro Alexandre de Moraes, com o Banco Master”.
Segundo o documento, o Masteri seria um dos maiores fraudadores de empréstimo consignado para aposentados e pensionistas pagos pelo INSS.
O objetivo da recomendação é “verificar se os elementos disponíveis revelam indícios da prática do crime de tráfico de influência, tendo em vista a posição do ministro como integrante ativo do Supremo Tribunal Federal e a sujeição da instituição contratante à regulação e à jurisdição do Tribunal.”
Suíte master tem 400 metros quadrados
Toffoli
Já o ministro Dias Toffoli aparece 27 vezes no documento. As menções envolvem informações divulgadas na imprensa e pontos debatidos ao longo da comissão.
“Segundo a imprensa, parentes de Toffoli teriam sido donos do Resort Tayayá no Paraná. Em fevereiro de 2026, ele concordou em se afastar da relatoria do caso no STF, que foi assumida pelo ministro André Mendonça.”
Outro trecho fala das recomendações ao Senado, PF e MPF. “Que examinem o relacionamento entre o ministro Dias Toffoli e Daniel Bueno Vorcaro, presidente do Banco Master [...], verificando se os elementos disponíveis, incluindo os debates havidos nesta Comissão e as notícias veiculadas na imprensa, revelam indícios de práticas ilícitas no contexto das investigações sobre irregularidades em operações de crédito consignado no INSS.”
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